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Segundo previsões apresentadas no Fórum Expectativas 2019, organizado pelo Sindicato das Indústrias Farmacêuticas (Sindusrfarma), o mercado farmacêutico deve ascender entre 8% e 9% em 2018 e 2019, de acordo com a análise do mercado farmacêutico e pesquisa de expectativas das empresas do setor.

O clima está favorável. As companhias acreditam que o ambiente de negócios em 2018 será melhor do que o do ano passado, apesar das indefinições políticas e econômicas no Brasil. Segundo estudo da IQVIA, 50% das empresas pretendem lançar mais de quatro produtos este ano e 47% planejam expandir a força de vendas. “O pior já passou”, disse o diretor da consultoria, Felipe Abdo, mostrando dados que apontam a retomada do crescimento do setor em relação a 2017, alavancado pelo aumento de unidades vendidas.

Uma pesquisa do Sindusfarma detectou um relativo otimismo das empresas consultadas: 70% pretendem aumentar a força de vendas e investir em treinamento e marketing.

No entanto, diante do ambiente desafiador e de muitas incertezas em 2019, o consultor da Gerência de Inteligência de Mercado do Sindusfarma, Andreas Strakos, foi mais cauteloso. “As empresas devem se preparar para trabalhar com números menores”, alertou.

FAKE NEWS
O CEO da empresa de pesquisa e opinião pública Ipsos, Marcos Calliari, apresentou uma pesquisa recente que identificou uma profunda desconfiança dos brasileiros com as instituições. O ambiente fértil no País para a proliferação das chamadas ‘fake news’ foi outro aspecto revelado pelo estudo.O vice-presidente da consultoria Close-Up, Paulo Paiva, avaliou o comportamento do mercado e falou dos desafios do setor. “Este tipo de intercâmbio de informações enriquece uma discussão sobre busca de performance, redução de custos e melhoria operacional dos negócios; isso é hoje o foco da indústria, da distribuição e do varejo e quanto mais se conseguir integrar esses três players frente ao mesmo desafio, todo mundo vai ganhar”.

O Diretor de Mercado e Assuntos Jurídicos do Sindusfarma, Bruno Abreu, abordou os principais pontos de regulação econômica do mercado farmacêutico atualmente em discussão, entre eles a Resolução 2, que define os preços de entrada dos medicamentos no mercado brasileiro e cuja revisão está em fase adiantada na CMED, e o projeto de reforma tributária que tramita no Congresso.
Fonte: Sindusfarma

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