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MEDICAMENTOS PARA EMAGRECER SERÃO PROIBIDOS NOVAMENTE?

Em 23 de junho de 2017, a Lei 13.454/2017 foi sancionada e permitiu a produção, venda e consumo dos emagrecedores sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol no Brasil. A nova lei atendeu à demanda de médicos especialistas e de pacientes que sofrem com a obesidade, que, com a proibição desses medicamentos desde 2011, viram o espectro terapêutico para a doença ficar limitado a dietas, exercícios e recursos cirúrgicos.

Atualmente vigora a Lei que permite a prescrição, no entanto, em setembro 2017, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS) entrou com a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5779 no Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da Lei 13.454/2017 para que os emagrecedores voltem a ser proibidos no País, afetando milhares de pacientes. A questão foi passada para o ministro Celso de Mello que, a qualquer momento, pode dar liminar que retira os medicamentos das prateleiras até que o caso seja julgado.

Ao contrário do CNTS, entidades que reúnem especialistas em obesidade, tais como Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e das Doenças Metabólicas (Abeso), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), são a favor da vigência plena da Lei em defesa do direito de tratar a obesidade. Todas essas entidades são apoiadas pela Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquif).

EFEITOS COLATERAIS

Além disso, a CNTS confunde a população ao afirmar que os emagrecedores têm somente efeitos colaterais nocivos e que causam mortes. É importante saber que todo medicamento pode causar efeito colateral pelo simples fato de um indivíduo não ser igual a outro e, em caso de uso prolongado, o medicamento nem fazer mais o efeito esperado. Isso ocorre até mesmo com produtos simples, à venda sem receita médica, como um analgésico.

Quanto maior o tempo do medicamento no mercado, mais são conhecidos os seus possíveis efeitos colaterais. Assim, como os emagrecedores existem há mais de 50 anos, pode-se dizer que praticamente todos os potenciais efeitos colaterais são de conhecimento dos médicos especialistas, os únicos aptos a prescrever esses produtos. Cabe a esse profissional analisar os benefícios da utilização do emagrecedor e os possíveis efeitos ruins, respeitando a individualidade de seu paciente e, dessa forma, escolher o tratamento mais adequado.

Por conta desse cenário de desinformação sobre a importância dos emagrecedores é que teve início a campanha Direito de Tratar – Obesidade, que visa esclarecer a população sobre a Lei 13.454/2017 e defender a manutenção dela, com argumentos não apenas sobre os benefícios que um amplo arsenal terapêutico pode trazer para obesos e médicos, mas também, trazendo luz sobre mitos e verdades desses emagrecedores.

“Revogar a lei seria uma volta ao século 19, quando as pessoas morriam por causa da obesidade sem terem a chance de um tratamento adequado e digno”, aponta o presidente da Abiquifi, o advogado José Correia da Silva. “É preciso respeitar as necessidades individuais de cada um”.

A OBESIDADE

Pesquisa global liderada pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) da Universidade de Washington, revelou que 30% da população mundial está obesa. A Organização Mundial da Saúde inseriu a condição na Classificação Internacional de Doenças (CID), como uma doença crônica, sendo necessário tratamento adequado aos pacientes. Entretanto, mesmo com dados alarmantes, a devida atenção à obesidade nem sempre é a mais correta ou de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Obesidade em números

  • Os dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), mostram que a obesidade afeta uma em cada cinco pessoas no Brasil;
  • O número de obesos cresceu 60% em dez anos;
  • No mesmo período, entre os jovens, a proporção de obesos mais do que dobrou;
  • Levantamento do Ministério da Saúde mostra que 51% da população brasileira está acima do peso.
  • Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o número de cirurgias bariátricas cresceu 7,5% de 2015 para 2016;
  • O Brasil é considerado o segundo país do mundo em número de cirurgias realizadas, e as mulheres representam 76% dos pacientes.
  • A obesidade custa ao Brasil 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo um estudo internacional conduzido pelo McKinsey Global Institute, que mostra o aumento dos gastos no combate ao problema no mundo;
  • O custo equivale a R$ 110 bilhões, considerando o PIB – a soma de todas as riquezas produzidas em um país – brasileiro em 2013 (R$ 4,8 trilhões);
  • A McKinsey afirma que em 2030, cerca de 50% da população poderá ser classificada como obesa, um percentual que o Brasil já atingiu.

TRATAMENTOS POSSÍVEIS

Antes de iniciar qualquer tratamento, o obeso precisa buscar orientação médica. Isso porque, nem sempre reeducação alimentar e exercícios são adequados à sua condição física e, em alguns casos, podem ser insuficientes para alcançar os resultados necessários à obtenção de saúde.

De acordo com a médica nutróloga, Socorro Giorelli, diretora da ABRAN no Rio de Janeiro e diretora executiva da Associação Internacional de Universidades pelo Avanço da Nutrição (ICAN), não se deve tomar remédio ou fazer tratamento alternativo sem orientação profissional. Segundo ela, com os resultados dos principais exames metabólicos em mãos, o endocrinologista, por exemplo, pode indicar o melhor tratamento.

Com ausência da medicação, a alternativa que resta é a cirurgia bariátrica, mas, como qualquer cirurgia, existem riscos. O paciente deve ter liberdade de escolha em optar pelo tratamento mais adequado, de acordo com seu perfil e análise médica também.

“O tratamento com medicamentos anorexígenos é muito seguro e utilizados há décadas”, conta Socorro. “Com a orientação correta e acompanhamento mensal, o paciente alcança resultados reais que, unidos a uma reeducação alimentar, podem ser permanentes. Além disso, possibilitam à classe médica mais opções de tratamento, além de acesso aos pacientes com obesidade”.

A VERSÃO DA CNTS

 

Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde respondeu o seguinte: A CNTS protocolou, junto ao Supremo Tribunal Federal – STF, Ação Direta de Inconstitucionalidade referente à Lei 13.454/17, que autoriza a produção, comercialização e o consumo, sob prescrição médica, de inibidores de apetite à base de sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol. No documento, a Confederação afirma que a Lei representa sério risco à saúde da população brasileira, uma vez que diversas agências de saúde internacionais comprovaram a ineficácia das substâncias, atestando o aumento de 16% no risco de problemas cardiovasculares. A inconstitucionalidade se deve, também, por retirar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa a competência legal para a regulação do registro sanitário dessas substâncias.

A própria jurisprudência do STF reconhece e impede a ingerência normativa do Poder Legislativo em matérias exclusivas do Executivo, conforme decisão do ministro relator, Celso Mello, no Recurso Extraordinário 427.574. “Não cabe ao Poder Legislativo, sob pena de grave desrespeito ao postulado da separação dos poderes, desconstruir, por lei, atos de caráter administrativos que tenham sido editados pelo Executivo, no estrito desempenho de suas privativas atribuições institucionais”.

Segundo o texto da ADIn, a substância sibutramina teve o registro cancelado na Argentina, Austrália, Canadá, países da comunidade europeia, EUA, Paraguai e Uruguai. No Brasil, a Anvisa emitiu parecer técnico confirmando que a relação benefício-risco dos medicamentos que contêm a substância é desfavorável ao paciente.

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde revela que o índice de brasileiros acima do peso segue em crescimento. Mais da metade da população – 52,5% – está nesta categoria e destes, 17,9% são obesos, fatia que se manteve estável nos últimos anos. O crescimento da obesidade também pode ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5%, em 2006, para 8,9%, em 2016. O de hipertensão, no mesmo período, saiu de 22,5% para 25,7%. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Segundo o documento, a preocupação da Confederação é que este grande contingente de brasileiros com doenças crônicas recorram aos medicamentos autorizados pela Lei 13.454/17, em detrimento de atividades físicas, dieta alimentar adequada e cuidados com a saúde, acreditando nas promessas de resultado que cientificamente não só foram desmentidas, mas podem colocar em risco a saúde da população, em especial, diabéticos e hipertensos.

Em julho deste ano o Conselho Nacional de Saúde – CNS, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, o Ministério da Saúde e as entidades que compõem o CNS, inclusive a CNTS, aprovaram moção de repúdio ao Congresso Nacional, atestando inconstitucionalidades na Lei.

GRUPO POLAR REFORÇA INVESTIMENTO NA ÁREA DE PESQUISA
O Grupo Polar, referência na gestão de cadeia fria, expandiu sua sede localizada em São Bernardo do Campo (SP). Com mais de 6.000 m² de área produtiva e mais de 1.800 m² de área administrativa, a nova sede concentrará em toda a linha de produção do Ice Foam®, Top Sek®, Techgel®, +Gelo®, Hemosafe®, Polar Sat Move® e também o seu estoque de bolsas e produtos térmicos para a venda em sua loja virtual, Polar Store.
Seu mais novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento visa oferecer as melhores soluções e, por isso, cerca de 8% das receitas anuais do Grupo Polar são investidas em pesquisa e desenvolvimento. Formado por uma equipe de farmacêuticos e engenheiros químicos, o novo Centro de P&D tem, por objetivo, desenvolver novas soluções em embalagens e elementos térmicos, como os novos PCM’s (Phase Change Materials), que continuam a atender a real demanda do público brasileiro.
SOLUÇÕES PARA O MERCADO NACIONAL
“As soluções personalizadas que trazemos aos nossos clientes permitem que eles atuem com precisão na realidade desse mercado, ao contrário das soluções desenvolvidas para atender mercados europeus e americanos e que apenas foram adaptados ao mercado brasileiro”, afirma o fundador e diretor do Grupo Polar, Paulo Vitor de Andrade.
Atualmente, o Grupo, além de fornecer e desenvolver embalagens para produtos que exigem controle de temperatura, também está envolvido na qualificação dos processos que envolvem o transporte e armazenamento dos medicamentos para as indústrias farmacêuticas do Brasil, sendo que mais de 85% dessas empresas utilizam o ICE FOAM®, primeiro produto desenvolvido pelo Grupo Polar, líder de mercado.
“Há algum tempo, nos tornamos a empresa de referência da Anvisa para estabelecer padrões e qualificações regulatórias no transporte de produtos que exigem temperatura controlada, em total colaboração com o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Associação Brasileira de Provedores de Logística(Anfarlog) e Associação Internacional de Engenharia Farmacêutica (ISPE )”, comenta Andrade.
Dessa forma, a empresa já começou a ampliar seus horizontes. Em breve, o Grupo Polar contribuirá com a garantia da qualidade de todo o processo de cadeia fria também na América Latina. “Nossos clientes no Brasil nos pedem para expandir nossos serviços em outros países do continente, como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Panamá. Embora esse não tenha sido o foco inicial, uma empresa capaz de trazer soluções centradas no cliente, que ajudem seus parceiros a navegar e conquistar condições de mercado tão desafiadoras como as do Brasil, está totalmente preparada para o sucesso no exterior”, comemora.
Sobre o Grupo Polar
O Grupo Polar tem como objetivo oferecer aos clientes soluções completas em todos os elos da cadeia fria, por isso integrou verticalmente todas as atividades desenvolvidas pelas empresas Polar Técnica, Cibragel, Valida e Polar Store. Com experiência e competência técnica há mais de 17 anos, o Grupo foi pioneiro no segmento de fabricação de elementos térmicos e atua também com a fabricação de embalagens térmicas, equipamentos para monitoramento de temperatura e serviços de qualificação e validação para ambientes e equipamentos. É a única empresa do setor a ter a certificação ISO 9001:2015.
VÍRUS MATAM TUMORES NO TRATAMENTO DO CÂNCER
Inusitado: os ‘vírus oncolíticos’ infectam e destroem as células do tumor e também estimulam a resposta imunológica.  Dessa foma, os micróbios estão desempenhando um papel importante em um novo ramo da imunoterapia contra o câncer que está atraindo alguns dos maiores laboratórios farmacêuticos do mundo. No final de março, a Merck anunciou planos para comprar a australiana Viralytics e obter um tratamento experimental baseado no vírus da gripe que poderia fortalecer a utilidade de Keytruda, seu remédio oncológico que é um sucesso de vendas.
A transação de 502 milhões de dólares australianos (US$ 390 milhões) destaca a importância da pesquisa sobre esses vírus oncolíticos. Essa abordagem está despertando cada vez mais o interesse de companhias farmacêuticas por causa da possibilidade de combinar esses vírus com uma nova geração de remédios, chamados ‘inibidores de checkpoint’, que anulam uma estratégia usada pelas células cancerosas para não ser detectadas.
“As grandes farmacêuticas estão interessadas neste campo”, disse , diretor administrativo da Viralytics, Malcolm McColl, que aceitou ser comprada pela Merck por 1,75 dólar australiano por ação em dinheiro – quase o triplo do preço de encerramento anterior das ações, de 62,5 centavos de dólar australiano. “Cada vez mais acredita-se que os vírus oncolíticos têm potencial para fazer com que inibidores de checkpoint, como o Keytruda e outros remédios, funcionem melhor”, afirma ele.
Projeta-se que o número de novos casos de câncer no mundo aumentará cerca de 70% nos próximos 20 anos, e os cientistas estão se concentrando em formas de aprimorar os tratamentos, especialmente para os casos em que a quimioterapia e a radioterapia não oferecem muitos benefícios.
Em muitos desses casos, o tumor contém mutações que o torna invisível para o sistema imunológico do paciente, o chamado ‘câncer frio’. O desafio é aumentar o nível de infiltração imunológica e transformá-lo em ‘quente’.
VÍRUS EXPLODE A CÉLULA
O tratamento mais avançado da Viralytics, Cavatak, se baseia no Coxsackievirus A21, um vírus da gripe que procura e gruda em uma proteína proeminente na superfície de muitas células cancerosas. Após grudar, o vírus toma conta da maquinaria genética das células cancerosas para fazer mais cópias de si, e a célula acaba explodindo e se transformando em uma nuvem de novas partículas virais, processo conhecido como lise. Assim, a progênie viral pode se espalhar e replicar esse ciclo de destruição.
As companhias que estão desenvolvendo vírus oncolíticos promissores serão atraentes para as fabricantes de remédios oncológicos, disse o cientista sênior do QIMR Berghofer Medical Research Institute em Brisbane, na Austrália, Rajiv Khanna, que trabalha há mais de 20 anos na imunologia de tumores. Durante boa parte desse período, os grandes laboratórios não se interessaram pelos vírus oncolíticos, disse ele.
“Mas, de repente, eles acordaram e viram esses resultados”, disse Khanna, cujo laboratório estuda formas de matar cânceres causados por vírus. “Eu fiquei impressionado com o fato de a Merck querer pagar tanto dinheiro por uma empresa, mas os resultados são muito animadores, então faz sentido”.
FARMACÊUTICA MINEIRA PRETENDE SER A MAIOR FABRICANTE DE GENÉRICOS INJETÁVEIS

Com o objetivo de continuar sua trajetória de crescimento e se consolidar como uma referência no mercado nacional, a indústria farmacêutica Hipolabor definiu, em seu novo planejamento estratégico, “ser o maior fabricante de genéricos injetáveis do Brasil até 2022”. Em 2012, a Hipolabor havia estabelecido que se tornaria a empresa brasileira líder na fabricação de injetáveis até 2017. Com planejamento, esse objetivo foi atingido dentro do prazo estipulado.

De acordo com o Anuário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2016, a Hipolabor se destacou, superando as demais empresas que não têm foco em produção de injetáveis e atuam apenas no mercado de varejo. A diretora de Qualidade da Hipolabor, Dardânia Leite, afirma que confia na capacidade da equipe e a nova meta deverá ser alcançada conforme o planejado. “Temos colaboradores de altíssimo nível trabalhando em sintonia, além de diferenciais estratégicos. A Hipolabor está focada em ampliar sua produção de injetáveis, tendo já feito grandes investimentos recentemente, o que garantiu um ganho em competitividade”, afirma.

TRAJETÓRIA

A trajetória da Hipolabor, atualmente a maior indústria farmacêutica de Minas Gerais, começou em 1984, com a implantação da primeira unidade no município de Contagem (MG). Com um expressivo volume de vendas alcançado em todo o território nacional, em 1988 a empresa foi transferida para uma área maior, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. Em 2001, foi inaugurada mais uma unidade, dessa vez na capital mineira.

A empresa, que possui atualizado o Certificado de Boas Práticas de Fabricação emitido pela Anvisa, está se expandindo cada vez mais. A construção de uma nova planta industrial, em Montes Claros (MG), é mais um investimento da Hipolabor. Com a nova unidade, a empresa pretende aumentar a sua capacidade produtiva em 500% na linha de sólidos e em 200% na linha de medicamentos injetáveis.

GUILHOTINA NA ANVISA

 

 

Março/18 – A Guilhotina Regulatória da Anvisa é um mecanismo de reforma do marco regulatório para identificação e revogação de atos normativos obsoletos. Faz parte da estratégia de gestão do estoque regulatório que promove medidas para o acompanhamento sistemático do acervo normativo da Anvisa, visando a melhoria da qualidade regulatória.

Pelo menos 11,5% do estoque de normas da Anvisa será revogado nos próximos dias. Isso é o que representam os 128 atos normativos considerados obsoletos e que serão revogados pela Agência.

A medida faz parte de mais uma ação da Guilhotina Regulatória e foi aprovada na última reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa. Nenhuma das normas cortadas apresentam mais efeitos jurídicos.

Benefícios da Guilhotina

As vantagens vão além da redução do estoque, pois, apesar de não produzirem efeitos práticos, as normas obsoletas poluem o estoque regulatório, o que pode gerar confusão para pessoas e empresas que utilizam os atos da Agência. A revogação promovida pela Guilhotina simplifica o acesso e garante mais clareza ao estoque, que passa a representar o conjunto de atos realmente vigentes.

Entre as 128 publicações que serão declaradas obsoletas, encontram-se 53 normas que atualizaram a Portaria SVS/MS 344, de 12 de maio de 1998. Essa norma apresenta as listas de substâncias e medicamentos submetidos a controle especial, que passaram por diversas atualizações, e possui várias versões anteriores que já perderam seus efeitos para a atualidade.

O que mais virá?

As ações de revisão e simplificação do Estoque Regulatório vão gerar ainda mais reduções até o fim do ano.  Também foi aprovada na Dicol a iniciativa que propõe a avaliação de outras normas que possivelmente estão obsoletas e que após consulta pública e finalização do processo serão revogadas por meio de Resolução – RDC. Prevê-se que essa ação revogue mais 80 atos normativos, totalizando a redução de quase 20% das normas vigentes publicadas pela Anvisa.

Veja a apresentação sobre Guilhotina Regulatória feita na Dicol

É POSSÍVEL COLETAR SANGUE NA FARMÁCIA?

 

É possível colher sangue na farmácia para fazer exames? A Anvisa possui dois regulamentos que devem ser considerados para responder a questão.  A RDC 302/2005, que regula o funcionamento de laboratórios clínicos, informa que na fase de solicitação da análise, denominada fase pré-clínica, deve-se ter no cadastro a informação de quem foi o solicitante do exame, não restringindo a um profissional ou a outro.

Vale salientar que a RDC não traz a exigência de pedido médico para a realização de exames, fala apenas que no laudo deve constar o solicitante. É fato: na Anvisa não há exigência de prescrição médica para o exame de sangue.

Porém, não é possível negar que haja uma disputa de conselhos. O Conselho Federal de Medicina (CFM) defende que só o médico pode requisitar, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) fala que enfermeiro pode solicitar no âmbito de programas de saúde. Há controvérsias também entre os conselhos de nutrição, farmacêuticos, biomédicos, entre outros.

A RDC 44/2009, que dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias, permite a aferição apenas da glicemia capilar como parâmetro bioquímico. A resolução inclusive considera que as medições do parâmetro bioquímico de glicemia capilar devem ser realizadas por meio de equipamentos de autoteste, onde não há coleta de sangue da forma usualmente feita em laboratórios clínicos, mas uma amostra pequena, em geral uma gotícula de sangue.

Porém, as Visas estaduais e municipais, que autorizam o funcionamento das farmácias e podem fazer normas suplementares,  podem autorizar, sim.

Laboratório longe da farmácia

Nesse sentido, é importante acrescentar que o § 2º do artigo 18 da Lei 5991/1973 coloca que a “farmácia poderá manter laboratório de análises clínicas, desde que em dependência distinta e separada, e sob a responsabilidade técnica do farmacêutico bioquímico”.

Assim, o posto de coleta pode funcionar na farmácia desde que devidamente autorizado pela vigilância sanitária local e respeitando o descrito na Lei 5991/1973 e na norma vigente sobre o funcionamento desse serviço, a RDC 302/2005.

Neste caso, a farmácia pode realizar exames, mas nem sempre os faz! Segundo o farmacêutico, mestre e doutor em Farmacologia, coordenador e professor de Pós-Graduação, autor de livros e consultor empresarial, Marcelo Polacow, os laboratórios não veem com bons olhos essa atividade. A farmácia seria mais um ponto de competição para eles. A realização de exames é uma reserva de mercado dos laboratórios.

“A tendência nas farmácias não é ser um ponto de coleta de material para os laboratórios. O mais importante para esses estabelecimentos é a realização dos testes rápidos – que é uma tendência mundial – e evita o deslocamento desnecessário do paciente. Importante ressaltar que esses testes rápidos servem para monitoramento e não para disgnóstico”, finaliza Polacow.

 

NOVA CEPA PROBIÓTICA PODE PREVENIR MAL DE ALZHEIMER

A empresa de laticínios japonesa, Morinaga Milk Industry Co., anunciou hoje (23 de março de 2018) os resultados de um novo estudo que investiga os efeitos preventivos da sua nova cepa probiótica Bifidobacterium breveA1 em um modelo do mal de

Alzheimer. Os pesquisadores descobriram que a B. breve A1 melhorou a capacidade de reconhecimento espacial, além de capacidades de aprendizagem e memória, em ratos com deficiência cognitiva, indicando que a referida cepa tem uma função importante na prevenção da instalação do mal de Alzheimer em seres humanos (Y. Kobayashi et al. Therapeutic potential of Bifidobacterium breve strain A1 for preventing cognitive impairment in Alzheimer’s disease. Scientific Reports 7(1). Dez. 2017).

O número de pacientes afetados por demência aumenta em todo o mundo. Um relatório avalia que havia 46,8 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com demência em 2015 e projeta que até 2050 esse número chegará a 131,5 milhões, segundo o  World Alzheimer Report 2016.

O mal de Alzheimer é responsável por grande proporção dos casos de demência. Como muitas doenças crônicas, o Alzheimer se desenvolve lentamente por várias décadas antes da instalação dos sintomas, apesar da deterioração do cérebro começar nos estágios iniciais. Depois que a doença se desenvolve, é difícil revertê-la ou mesmo impedir o seu avanço. Por isso, encontrar medidas eficazes de prevenir a instalação da doença é a principal prioridade dos pesquisadores.

O ‘eixo intestino-cérebro’, que é a conexão funcional entre cérebro e microbiota intestinal, atraiu a atenção mundial. Como os probióticos são conhecidos por ter efeitos benéficos sobre a microbiota intestinal, eles são um tratamento promissor para a saúde do cérebro. Na verdade, tanto as bifidobactérias e os lactobacilos já demonstraram efeitos benéficos na ansiedade e na depressão.

Aproveitando a pesquisa, a Morinaga Milk investigou a capacidade dos probióticos de prevenir o avanço do mal de Alzheimer, em colaboração com o Professor Keiko Abe da Universidade de Tóquio e o Kanagawa Institute of Industrial Science and Technology. O estudo, publicado no periódico Scientific Reports, revelou o potencial de a B. breve A1 prevenir a instalação do mal de Alzheimer.

Metodologia do estudo

Os ratos receberam amiloide ß injetado, substância que supostamente provoca o mal de Alzheimer, para induzir a disfunção cognitiva em um modelo de mal de Alzheimer. Os ratos do grupo de tratamento ativo receberam B. breveA1 (1 × 109 por dia) oralmente durante 10 dias (grupo B. breveA1). Os ratos do grupo de controle receberam soro (grupo de soro) ou um inibidor de colinesterase, um medicamento prescrito para demência (grupo de controle positivo). A função cognitiva foi avaliada por um teste de labirinto Y e um teste de prevenção passiva.

Teste comportamental de labirinto Y confirma melhoria da capacidade de reconhecimento espacial

‘Alternação espontânea’ indica a tendência dos ratos normais de escolherem um caminho diferente do caminho anterior percorrido, indicando que eles se lembram dos caminhos já percorridos. No estudo, os ratos submetidos ao amiloide ß que receberam soro apresentaram redução marcante na taxa de alternação espontânea no teste de labirinto Y em comparação aos ratos normais. Entretanto, o grupo B. breve A1 apresentou melhoria significativa na taxa de alternação espontânea, em comparação com o grupo do soro. Esses resultados indicam que o grupo B. breveA1 melhora a capacidade de reconhecimento espacial.

Teste comportamental de prevenção passiva revela melhoria da capacidade de aprendizagem e memória

Durante o teste de prevenção passiva, os ratos precisam aprender a evitar um estímulo negativo ficando distantes de uma determinada área. Se conseguirem, isso indicará que eles se lembram da experiência negativa. Da mesma forma que no teste comportamental de labirinto Y, os ratos no grupoB. breve A1 ficaram por mais tempo na área sem o estímulo negativo, em comparação ao grupo do soro. Esse resultado indica que o B. breve A1 melhora as capacidades de aprendizagem e memória.

B. breve A1 quase tão eficiente quanto ao medicamento comum do Alzheimer

As melhorias do teste de labirinto Y e do teste de prevenção passiva foram semelhantes em magnitude às observadas no grupo de controle positivo tratado com inibidor de colinesterase, medicação comumente prescrita para o mal de Alzheimer, indicando que o B. breve A1 tem potencial semelhante para melhorar a deficiência cognitiva induzida por amiloide.

Expressão do gene do hipocampo é fundamental para mecanismo de ação

A Morinaga Milk se concentrou no hipocampo, a área do cérebro associada às capacidades de aprendizagem e memória, desempenhando uma análise de expressão de gene abrangente no hipocampo dos ratos. Os pesquisadores descobriram que a expressão de muitos genes foi alterada, especificamente, grupos de genes associados a reações imunológicas e inflamação foram alterados, provocando anormalidades imunológicas e inflamação excessiva nos ratos afetados que ingeriam soro. Ao contrário, a expressão da maioria desses genes continuou normal em ratos afetados que ingeriam B. breve A1.

Os resultados levaram o gerente geral do Instituto de ciências de próxima geração (Next Generation Science Institute) da Morinaga Milk,  Jin-zhong Xiao, a declarar: “A ingestão da B. breve A1 eliminou a inflamação e as reações imunológicas excessivas nos cérebros dos ratos e melhorou a função cognitiva”.

Ele continuou e acrescentou: “A inflamação crônica do cérebro é característica do mal de Alzheimer. A capacidade do B. breve A1 de eliminar a inflamação do hipocampo é a chave por trás da sua capacidade de prevenir o avanço da doença”. A empresa planeja continuar a pesquisar os efeitos do B. breve A1 em humanos para explorar mais seu potencial terapêutico e prevenir a instalação do mal de Alzheimer.

Sobre a Morinaga Milk

Morinaga Milk Industry Co., Ltd. é uma das empresas líderes em produtos lácteos do Japão. A Morinaga começou a pesquisa de bifidobactérias nos anos 1960, inspirada pelo fato de que as bifidobactérias são as bactérias predominantes que residem nos intestinos de bebês amamentados por leite materno. Em 1969, a Morinaga isolou sua cepa principal Bifidobacterium longum BB536 de um bebê. A Morinaga se destaca em tecnologia inovadora e oferece vários produtos lácteos e outros ingredientes funcionais benéficos para clientes em todo o mundo.

 

 

10 MANEIRAS INFALÍVEIS DE O FARMACÊUTICO TER SUCESSO COM MKT PESSOAL

POR EGLE LEONARDI

 

Há um provérbio muito conhecido, que diz: À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta! Um farmacêutico que deseja ter sucesso profissional precisa utilizar estratégias de marketing pessoal para projetar-se como competente e comprometido. O marketing pessoal tornou-se uma ferramenta essencial no processo de se conduzir, com sucesso, uma marca pessoal. Na dose certa e de forma planejada, é possível criar e desenvolver uma imagem coerente com a área farmacêutica de atuação e, com isso, conquistar melhores salários e lucros!  Os especialistas na área deram entrevista exclusiva para a Vitae Editora.

Anote: Imagem Pessoal + Competência Profissional = $ucesso!!

O farmacêutico, consultor e professor de Pós-Graduação do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, Leonardo Doro Pires, é autor do livro O Farmacêutico Gestor – Gestão Estratégica para Farmacêuticos. Ele defende que conferir a devida atenção ao marketing pessoal pode assegurar bases fortes para a elaboração de qualquer projeto durante a vida profissional de um farmacêutico. “A partir do momento que se instaura uma credibilidade em relação a uma pessoa, isso passa a ser projetado em tudo que ela vier a produzir. As principais vantagens de um marketing pessoal bem realizado estão ligadas à transmissão de confiabilidade e competência profissional”, afirma ele.

Qual é a vantagem de o farmacêutico ser admirado no seu meio? Segundo o dicionário Aurélio, admiração é a disposição emocional que traduz respeito, consideração, veneração. Quando trazemos este conceito para o profissional farmacêutico, as vantagens de ser respeitado e venerado são claras. Um profissional respeitado é muito mais procurado por seus serviços, podendo traduzir essa procura em sucesso e status profissional, caso ele corresponda às expectativas de seus clientes.

“Não tenho dúvidas de que o marketing pessoal reverte em lucro para o farmacêutico! Um programa bem realizado leva o profissional para os holofotes da profissão, seja perante os clientes ou demais colegas”, dispara Pires. No varejo, a consequência da admiração gerada por um marketing pessoal bem realizado é a conquista de mais clientes e, consequentemente, maior capacidade de gerar lucro. Já na indústria, o marketing pessoal abre caminho para ascensão na carreira, sendo, juntamente com o desempenho profissional, responsável por promoções e aumentos salariais.

Para a consultora da indústria, varejo e franquias e autora dos livros Atender Bem dá Lucro, Administração de Recursos Humanos em Farmácia e Programa Prático de Marketing em Farmácias, Silvia Osso, imagem profissional é um conjunto agradável de detalhes que facilitam o entrosamento com o público. Vários aspectos compõem essa imagem: aparência, personalidade, entusiasmo e otimismo, autoconfiança, empatia, críticas e liderança.

“Tanto faz no varejo ou na indústria, ao atuar como farmacêutico, ele é um líder, porque conduz a entrevista e orienta o cliente na escolha do produto, fornece informações, tem argumentos respeitados. Se o que os clientes mais querem são informações sobre os produtos, o farmacêutico é a pessoa mais indicada para fornecê-las”, defende Silvia.

 

Acompanhe as 10 formas de construir seu marketing pessoal e ganhar mais dinheiro com isso. As informações são dos especialistas Leonardo Doro Pires e de Silvia Osso.

1 – CONSTRUA SUA IMAGEM PESSOAL NO VAREJO

Se você trabalha no varejo, o primeiro passo é definir exatamente qual imagem projetar. Há dois públicos-alvo para projeção da sua imagem: os clientes e os funcionários. Perante os clientes o farmacêutico deve se projetar como profissional de saúde, competente e seguro de suas capacidades. Já para os funcionários ele deve se projetar como líder e profissional de referência em sua área de atuação.

Uma boa opção para isso é o farmacêutico oferecer atendimento clínico, também como uma maneira de se projetar como profissional de saúde. Já para o público interno, a realização de reuniões semanais com a equipe é uma forma de promover a liderança.

2 – CONSTRUA SUA IMAGEM PESSOAL NA INDÚSTRIA

Se você trabalha na indústria, o primeiro passo é definir exatamente qual imagem projetar para esse meio. Na indústria, o farmacêutico deve se apresentar como profissional técnico e gestor, simultaneamente, demonstrando capacidade de entender o business da sua área de atuação e as especificidades tecnológicas da indústria. Para isso, deve demonstrar conhecimento dos impactos de suas ações e decisões em outros setores da empresa.

3 – IMPACTE O PÚBLICO CORRETO NO VAREJO

Para o farmacêutico poder se vender ao mercado (projetar sua imagem), é necessário saber para quem ele quer ser relevante no varejo. Pense sempre nos clientes, cuja imagem deve estar relacionada ao profissional de saúde. No caso dos funcionários, ela deve estar relacionada à liderança.

4 – IMPACTE O PÚBLICO CORRETO NA INDÚSTRIA

Para o farmacêutico poder se vender ao mercado (projetar sua imagem), é necessário saber para quem ele quer ser relevante no ambiente industrial. Vale lembrar que, nesse ambiente, o profissional farmacêutico possui três públicos-alvo para projeção da sua imagem: seus superiores, seus subordinados e os profissionais de outros setores.

Perante seus superiores ele deve se posicionar como profissional comprometido, capaz de entregar resultados e capacitado para a função.

Para seus subordinados ele deve ser um líder, capaz de conduzir a todos nos desafios do dia a dia industrial.

Já para os colaboradores de outro setor a imagem de profissional sério, influente e realizador deve ser passada de forma clara e contundente.

5 – USE AS FERRAMENTAS ADEQUADAS PARA O VAREJO

Para o farmacêutico projetar a imagem que construiu para seu público, ele precisa de ferramentas de marketing. No varejo, as ferramentas off-line são o vestuário, o comportamento e a linguagem. Como ferramentas on-line, a utilização profissional do facebook, instagram e e-mail marketing enviado para os clientes funcionam muito bem.

Vale lembrar que é muito útil utilizar o facebook para criar uma página profissional, em que o farmacêutico pode divulgar os serviços clínicos oferecidos na farmácia e dar dicas de saúde e bem-estar. O marketing de conteúdo projeta imagem de conhecimento e reverte em relevância para sua imagem pessoal.

6 – USE AS FERRAMENTAS MAIS ASSERTIVAS NA INDÚSTRIA

Para o farmacêutico projetar a imagem que construiu para seu público no meio industrial, ele precisa de ferramentas de marketing.

Na indústria, o vestuário, a linguagem e o comportamento também são fundamentais. No que tange às ferramentas online, os destaques são os grupos de whatsapp, linkedin, facebook e e-mail corporativo. Poste, com frequência, artigos com temas inéditos e relevantes para sua área. Mostre conhecimento e seja lembrado. No entanto, é fundamental se limitar a discutir apenas assuntos profissionais nesses locais.

7 – CUIDE DE SUA APARÊNCIA

O tipo de roupa importa. No varejo, prefira roupa branca ou jaleco diferenciado dos demais funcionários, com identificação de farmacêutico. Na indústria use uniforme ou camisa social e gravata, quando o cargo exigir.

É preciso investir na aparência, ter cabelos bem cortados e penteados. As mulheres podem usar cabelos longos, mas nunca soltos e caídos pelo rosto.

O rosto deve receber atenção especial. Os homens precisam de barbas feitas ou aparadas. Mulheres devem usar maquiagem leve, no máximo, batom e um realce nos olhos.

Mãos devem estar bem cuidadas e limpas e unhas bem-feitas demonstram seriedade para com o trabalho que faz. Higiene diária, como banho, uso de desodorante, higiene bucal e um leve toque de perfume são sinais básicos de cuidado. Se vc trabalha no varejo, evite perfumes que possam impactar seus clientes.

As mulheres devem observar com atenção o uso de bijuterias, adereços, fivelas, que são permitidos, mas com discrição. Sapatos adequados e bem limpos também são necessários. Evite o uso de calçados abertos, como sandálias ou chinelos.

8 – AJUSTE OS TRAÇOS DA PERSONALIDADE

Seja amistoso, sem ser íntimo demais. Transmita tranquilidade e segurança. Trate os outros com cortesia. Ser bom ouvinte e agir com sinceridade são qualidades de uma personalidade agradável, independentemente se o profissional atuar no varejo ou na indústria.

As melhores armas de venda não custam absolutamente nada. Dê prioridade ao vínculo humano, antes de se dedicar ao vínculo comercial e profissional.

Em termos de linguagem, no varejo prefira a que mescle o técnico e o coloquial, em que os termos relacionados à área de saúde estejam corretamente colocados para o paciente, mas posteriormente traduzidos para a realidade dele. Para isso, por exemplo, você pode explicar a relação entre seus hábitos alimentares e o controle de sua hipertensão, de acordo com o seu grau de compreensão.

Na indústria, prefira a linguagem técnica e de negócios. Utilize os termos técnicos corretos, inclusive aqueles ligados à língua inglesa.

9 – NO DIA A DIA, MOSTRE ENTUSIASMO E OTIMISMO

Nada substitui um contato pessoal e caloroso. Quanto mais otimista e entusiasmado o profissional for, melhor para sua imagem e para o cliente. Todos saem lucrando!

Olhe-se no espelho e avalie sua expressão facial. Evite expressões de indiferença e tristeza. Sorria quando estiver falando, pois isso faz com que o cliente ou o parceiro de negócio se sinta especial.

Demonstrar entusiasmo em colaborar é um forte aliado profissional. Todos gostam de fazer negócios com players otimistas.

Mostre autoconfiança. As boas oportunidades aparecem mais para os que confiam em si.

Pratique a empatia. Acredite, o atendimento é formado de empatia e atenção. Conhecer o cliente é tão importante quanto conhecer o produto.

Saiba ouvir crítica para se melhorar. Ideias diferentes representam uma oportunidade de aprender algo novo. Em vez de se chatear com opiniões ou pontos de vista diferentes, valorize-os, para o seu próprio crescimento profissional.

10 – EXPONHA SEU CONHECIMENTO

Lembre-se de que Imagem + Competência = $ucesso!

Para se conseguir competência é preciso ter conhecimento. O farmacêutico que tiver conhecimento terá a força e o poder em suas mãos. A força da informação, se bem usada, dá condições de direcionar a conversa e despertar a confiança em sua competência.

O cliente sempre espera que você, farmacêutico, esteja apto a responder perguntas, sanar dúvidas e resolver problemas com facilidade. É seu dever saber tudo o que puder sobre seu trabalho, os produtos que vende e os serviços que a indústria oferece.

Conhecendo mais sobre o produto ou serviço, é mais fácil demonstrar o benefício – o que lhe fará bem. Avalie realmente o que você sabe; se possuir grande parte desses conhecimentos, você está no caminho certo para ganhar dinheiro!

Mostre confiança. É importante demonstrar ao cliente ou ao parceiro de negócio que você realmente confia no que vende ou fala, e que você é confiável. Saiba que as pessoas precisam acreditar nas outras para fazer negócios.

Demonstre que é seguro negociar com você. Clientes satisfeitos e que confiam no profissional geram referências de valor incalculável. São eles que o indicam para os outros clientes, e assim você é quem sai lucrando.

Tenha foco na organização. Mantenha a ordem, a limpeza e a organização em seu local de trabalho, seja na farmácia ou na indústria. Isso tem tudo a ver com o seu marketing pessoal. Cuide sempre dos detalhes, eles podem demonstrar o seu profissionalismo. Faça a organização agir em seu favor, facilitando a vida do cliente.

No varejo, mantenha seu espaço limpo, claro e organizado. Deve-se ter uma sala em separado para atendimento farmacêutico, de preferência um consultório. Na indústria, é possível manter organizada sua estação de trabalho no modelo 5S, com mesa sem relatórios acumulados ou pendentes, entre outros detalhes.

 

IMAGEM PESSOAL + COMPETÊNCIA PROFISSIONAL = $UCESSO!

 

PRATI-DONADUZZI ENTRA NO MERCADO DE ALIMENTOS FUNCIONAIS

Pesquisas globais apontam que cerca de 40% a 60% da população brasileira sofrem com a intolerância à lactose. É fato que o consumo de leite e seus derivados seja comum no cotidiano dos brasileiros, pois esses alimentos são considerados benéficos, e até mesmo  indispensáveis. O problema é que, com o passar do tempo a lactase, enzima responsável pela absorção do açúcar presente no leite, diminui sua eficácia, e pode acarretar problemas como gases, diarreia e dores abdominais – sintomas da intolerância à lactose.

Há diferentes tipos de manifestações de intolerância. A congênita ocorre devido a um problema genético e raro, quando a criança não consegue produzir lactase. A primária é permanente e genética, desenvolve-se naturalmente ao longo do tempo, diminuindo a produção de lactase. A secundária, por sua vez, é temporária devido a lesões no intestino. Se houver cura e o tratamento da lesão for feito da forma correta, a lactase é recuperada, caso contrário a condição pode se tornar permanente.

Prati-Donaduzzi entra na briga por esse mercado

A maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil (IMS Health MAT Dezembro/2017 PMB + NRC/Doses Terapêuticas), lança o Sensilatte, alimento funcional que auxilia na digestão da lactose presente nos alimentos. Os comprimidos possuem tecnologia orodispersível patenteada que dissolve na boca sem a necessidade de ingestão da água, o produto conta as opções sem sabor e baunilha. Além disso, o blister fracionado permite que o paciente destaque e leve consigo a quantidade necessária.

Para o Diretor-Presidente da Prati-Donaduzzi, Eder Maffissoni, o comprimido permite que o leite volte a fazer parte da dieta dos brasileiros que convivem com a intolerância. “Entramos no mercado de alimentos funcionais com um produto inovador e que oferece mais opções para quem precisa. Nosso objetivo é proporcionar uma rotina em que o leite não seja um problema”, explica.

O produto também é uma das grandes conquistas da farmacêutica paranaense por ser a primeira molécula de pesquisa e desenvolvimento da empresa no segmento de alimentos funcionais. “Investimos em nossa área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação para oferecer produtos com qualidade e eficácia. O Sensilatte é um dos resultados desse investimento e marca nossa entrada neste mercado, que é promissor e oferece muitas oportunidades”, frisa o executivo.

Para os que sofrem com os sintomas e ainda suspeitam serem portadores da intolerância à lactose, a Prati-Donaduzzi preparou um quiz do Sensilatte que reúne informações importantes sobre o tema e pode auxiliar a identificação do problema. Vale ressaltar que os resultados apresentados não são um diagnóstico final. Os pacientes devem procurar um médico de confiança para análise completa de cada caso.

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos e similares, é a primeira no país a comercializar os medicamentos fracionáveis. Com sede em Toledo, oeste do Paraná, tem mais de 4 mil colaboradores e possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil. Produz, em média, 12 bilhões de doses terapêuticas por ano.

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DAS FARMÁCIAS AMERICANAS E SEU IMPACTO NAS BRASILEIRAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DAS FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS INDEPENDENTES AMERICANAS E SEU POSSÍVEL IMPACTO NAS BRASILEIRAS

 

 

 *POR MARCELO POLACOW E EGLE LEONARDI

 

 

“Se você não pode medir, você não pode gerenciar”. Esta é uma das citações mais famosas de Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, que chama à reflexão sobre a importância das métricas na gestão do negócio.

Com esse foco, em novembro de 2017 a National Community Pharmacists Association (NCPA) (uma associação americana de farmacêuticos comunitários) e a Cardinal Health (empresa com sede em Dublin, Ohio, EUA) publicaram o Digest NCPA de 2017. É uma espécie de sumário contendo um retrato da farmácia comunitária nos Estados Unidos. No entanto, o documento é tão atual e preciso, que também pode ser interpretado sob a ótica das farmácias comunitárias brasileira, guardadas as devidas proposições.

Digest NCPA ajuda os proprietários de farmácias comunitárias a gerenciar melhor seus negócios, fornecendo dados, números e perfis. Essas informações essenciais descrevem o impacto que as farmácias comunitárias têm nos pacientes e nas comunidades onde estão inseridas. E é justamente nesse público que a farmácias independentes têm seu maior impacto, não só econômico, mas também por meio de sua contribuição social, que ajudam a tornar esses lugares opções melhores para se viver.

De acordo com o artigo desenvolvido pelo CEO da National Community Pharmacists Association, B. Douglas Hoey, por mais de oito décadas, o Digest tem fornecido o mais abrangente relatório sobre a farmácia comunitária independente. Isso permite que seus proprietários tomem decisões empresariais prudentes e municiem seus funcionários com a informação que eles precisam para elaborar políticas sólidas.

O cenário dos cuidados de saúde ao redor do mundo mudou drasticamente desde o primeiro Digest. Por conta disso, a devoção e os cuidados dos farmacêuticos independentes mostram aos seus pacientes e a sua comunidade que eles permaneceram firmes em seus propósitos.

Segundo Hoey, a publicação do Digest exigiu intenso trabalho ao longo de vários meses. Além disso, consumiu despesas significativas. A concretização do projeto não seria possível sem o patrocínio da Cardinal Health, em benefício da NCPA e de todos os farmacêuticos ao redor do mundo.

Digest é essencialmente uma compilação de dados fornecidos por proprietários independentes de farmácias comunitárias dos Estados Unidos, que respondem à pesquisa anual da NCPA. Os membros dessa entidade obtiveram acesso antecipado ao Digest na Convenção Anual da NCPA, ocorrida em outubro de 2017.

Saiba mais sobre o tema no link: http://www.ncpanet.org/home/ncpa-digest

 

ALGUNS DADOS DO SUMÁRIO

Digest NCPA de 2017 é uma visão abrangente da farmácia comunitária independente de 2016, com foco em três áreas principais: escopo do mercado, serviços de saúde oferecidos e envolvimento de proprietários e funcionários da farmácia local.

 

  1. O MERCADO INDEPENDENTE DA FARMÁCIA COMUNITÁRIA

As farmácias comunitárias independentes nos Estados Unidos continuam sendo um dos principais segmentos, com um mercado de US$ 80 bilhões. Esses players representam 36% do varejo americano. No total, há 22.041 farmácias, incluindo aquelas de lojas únicas e múltiplas, redes regionais de administração familiar e franqueados de propriedade individual.

Vinte e nove por cento dos proprietários de farmácias comunitárias independentes são donos de duas ou mais unidades. Porém, a média de propriedades por cada empreendedor do segmento é de 1,96.

Mais de 250 mil pessoas são empregadas por essas farmácias em tempo integral ou por período parcial, reforçando as economias estaduais e locais e as receitas fiscais. Os medicamentos prescritos são seu ponto focal, representando 92% da receita total de vendas.

Vale ressaltar o importante volume de farmácias comunitárias independentes que cuidam de populações com carência de atendimento em saúde: 81% desses estabelecimentos estão situados em áreas populacionais de até 50 mil habitantes.

Outros destaques:

  • O volume de receita diminuiu de 60.493 prescrições em 2016 para 59.746 em 2017, provavelmente devido, em parte, aos requisitos de renovação das receitas por mais 90 dias (comum nos Estados Unidos) em casos de pacientes crônicos e/ou atendidos por PBMs.
  • Os medicamentos genéricos compreendem 84% de todas as prescrições dispensadas.
  • 52% das receitas totais são cobertas pelos programas Medicare Part D e Medicaid.
  • 90% das farmácias comunitárias estão oferecendo algum tipo de programa de adesão ao tratamento com medicamentos.
  • Os reembolsos abaixo do custo, exacerbados pelas taxas da DIR na Part D do Medicare contribuíram para a queda de 5% nas margens brutas nos últimos cinco anos.

 

  1. SERVIÇOS PRESTADOS PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES LOCAIS DE SAÚDE

Farmácias comunitárias independentes são provedores acessíveis de medicamentos prescritos, aconselhamento de medicação e outros serviços importantes de cuidados de saúde. O NCPA Digest de 2017 relacionou os tipos de serviços que esses estabelecimentos normalmente oferecem.

Serviços de cuidados prolongados

Os farmacêuticos comunitários independentes desempenham um papel importante no cuidado com os 46,2 milhões de idosos dos Estados Unidos. Nesse segmento, eles fornecem cuidados farmacêuticos em lares de idosos, instalações de assistência de saúde, hospitais psiquiátricos e em cuidados domiciliares.

Entre os serviços especializados para idosos estão a avaliação e suporte nutricional, terapia intravenosa, equipamentos médicos duráveis, suprimentos de ostomia e gerenciamento de dor. De acordo com Hoey, pensando de forma inovadora, vale lembrar que os farmacêuticos comunitários independentes fornecem os serviços necessários à população e, com isso, melhoram seus rendimentos.

Em 2016, 44% dos farmacêuticos comunitários independentes forneceram serviços de cuidados de longa duração (que nos Estados Unidos são chamados de LTC – Long Term Condition) para pacientes que são identificados pelas seguradoras (planos de saúde) com dificuldade para realizarem seus tratamentos por diversos motivos, inclusive adesão ao tratamento.

 Serviços de adesão

Os gastos associados às doenças crônicas são um dos principais impulsionadores do aumento dos custos dos cuidados de saúde nos Estados Unidos. Para a maioria dessas doenças crônicas, os medicamentos são o tratamento mais econômico, mas muitos pacientes não tomam sua medicação de forma correta.

Para ajudar a combater o problema da não adesão aos medicamentos da ordem de US$ 290 bilhões nos EUA, e ainda melhorar a saúde do paciente, 90% das farmácias comunitárias independentes daquele país implantaram programas abrangentes de adesão, com quase 77% delas oferecendo serviços de sincronização de medicamentos aos seus pacientes.

O modelo de sincronização de medicamentos (nos Estados Unidos chamado de med sync) é o processo de alinhamento de todos os medicamentos que o paciente deve utilizar no dia. Isso é estabelecido em uma consulta com o farmacêutico.

Medicação Especializada

A farmácia independente está desempenhando um papel importante no varejo farmacêutico especializado e está em franco crescimento. Para se ter uma ideia, vale citar que 39% das farmácias comunitárias independentes dispensam medicamentos especiais. Os principais medicamentos dispensados ​​por incluem os destinados a tratar artrite reumatoide (85%), HIV (55%) e hepatite C (45%). Essas farmácias fornecem cuidados de alto valor aos pacientes que precisam desses medicamentos em suas comunidades.

Outros serviços oferecidos pelas farmácias comunitária independentes incluem:

  • 44% fornecem serviços de acolhimento de pacientes em parceria com hospitais e clínicas;
  • 87% oferecem gerenciamento de terapia de medicamentos;
  • 76% fazem imunização;
  • 72% realizam entregas;
  • 62% proporcionam serviços de mensuração de pressão arterial.

* Os dados acima são específicos de lojas que oferecem linha completa, mas não estão, necessariamente, presentes em todas as farmácias pesquisadas.

 

  1. ENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE

As farmácias independentes são, muitas vezes, consideradas pilares de suas comunidades locais, e o NCPA Digest de 2017 fez o registro dessa percepção. Quase 70% de todos os donos de farmácias comunitárias fizeram doações para, pelo menos, cinco organizações locais, com 43% doando para dez ou mais organizações locais.

Essas pequenas empresas afetam a economia regional por meio da criação de empregos e da geração de receitas fiscais. Assim, desempenham um papel importante em sua comunidade por meio de suas contribuições sociais, visando à prosperidade das suas comunidades.

Outros destaques do envolvimento social e beneficente das farmácias independentes:

  • 51% dos proprietários ou funcionários têm relações pessoais diretas com um representante do estado ou um membro chave dessa equipe;
  • 64% dos proprietários ou funcionários têm relações pessoais diretas com um prefeito ou membro chave de sua equipe;
  • 4% de todos os proprietários ou funcionários ocupam um cargo eleito;
  • 23% dos proprietários e 9% dos funcionários são membros de uma associação comercial local;
  • 59% dos proprietários e 12% dos funcionários são membros da Câmara de Comércio.

 

VISÃO DOS AUTORES SOBRE O PARALELO COM O BRASIL

            No Brasil, assim como nos Estados Unidos, as farmácias independentes sofrem com a concorrência das grandes redes. Para se diferenciarem no mercado optaram por focar nos serviços clínicos (em especial o gerenciamento da farmacoterapia) e na dispensação de medicamentos genéricos com benefícios para os pacientes. A interlocução com entidades, sejam elas governamentais ou não, é fundamental para a definição de políticas que atendam ao segmento em consonância com as necessidades da população.

Os serviços de imunização em farmácias no Brasil, agora regulamentados pelo CFF, MS e ANVISA possibilitam aumentar o rol de serviços, como acontece nos EUA.

No Brasil, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, os planos de saúde não têm a prática e o hábito de manter farmácias conveniadas para prestar serviços clínicos, em especial de adesão ao tratamento, focando-se somente nos descontos (PBMs).

É importante frisar que não é só o custo que afasta os pacientes da adesão aos seus tratamentos. Com essas medidas, as farmácias independentes têm enfrentado a concorrência de melhor forma.

Observa-se também a necessidade no Brasil de estatísticas confiáveis e ferramentas de organização/gestão para melhorar os resultados.

 

CONCLUSÃO

Na maioria das cidades americanas, as farmácias comunitárias independentes tratam pacientes como família, promovem o uso seguro e eficaz de medicamentos e participam ativamente da vida comunitária.

Ao mesmo tempo, tanto o volume de receita decrescente como a redução do reembolso de medicamentos prescritos refletem um mercado em mudança, no qual os proprietários de farmácias comunitárias devem ajustar seu modelo de negócios. Assim, os proprietários devem considerar, mais do que nunca, todas e quaisquer opções para diversificar sua receita, enquanto continuam a se concentrar na avaliação da economia de reembolsos de terceiros.

É extremamente necessário que as farmácias independentes brasileiras se realinhem às tendências internacionais e, em especial, ao varejo americano, pois suas realidades são, de certa forma, muito próximas.

 

AUTORES:

*Marcelo Polacow – Farmacêutico pela USP/Ribeirão Preto, mestre e doutor em Farmacologia pela UNICAMP, coordenador e professor de Pós-Graduação, autor de livros e consultor empresarial.

*Egle Leonardi – Jornalista especializada no segmento farmacêutico, MBA em Gestão de Comunicação Corporativa, especializada em Marketing Digital. Recebeu o Prêmio Abrafarma de Melhor Jornalista na Categoria Imprensa Especializada no Segmento de Saúde. Diretora da Vitae Editora.


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