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DRAUZIO VARELLA ASSINA CONTEÚDO EM SITE DA DROGARIA SÃO PAULO E PACHECO

Quando o assunto é saúde, prevenção e tratamento, acabam surgindo muitas dúvidas. Para levar informação para a população de maneira didática e democrática, o Grupo DPSP – formado pelas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo – firmou uma parceria com  Drauzio Varella, médico amplamente reconhecido pelo público e que mantém disponível na Internet um acessível e extenso conteúdo sobre temas diversos do universo da saúde.

Com a parceria, o grupo prevê unir as forças das marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, para disseminar um conteúdo especializado e de qualidade para milhões de clientes cadastrados no programa de relacionamento “Viva Saúde”.

“Escolhemos Drauzio Varella por ser hoje um dos médicos mais importantes e reconhecidos do Brasil e por falar de saúde de maneira muito clara para a população. Acreditamos que estamos ampliando o acesso à informação, gerada por uma fonte de grande credibilidade e que fala para todos os públicos”, fala o presidente do Grupo DPSP, Marcelo Doll.

A parceria DPSP com o médico Drauzio Varella prevê a publicação de conteúdos informativos sobre saúde para os clientes “Viva Saúde” e seguidores das marcas nas redes sociais, além da transmissão ao vivo de programas com a participação de especialistas e do público.

“A farmácia nos oferece uma oportunidade única de acesso a um público que está  diretamente interessado em  saúde. Acreditamos que esse ambiente favoreça a disseminação de informações corretas e com base científica”, afirma Drauzio Varella.

Conteúdo especializado e direcionado

 O programa de relacionamento Viva Saúde possui um grande volume de cadastrados, o que viabiliza uma comunicação mais dirigida para milhões de pessoas. Por meio dessa ferramenta, a empresa acompanha as necessidades de seus clientes. “Acreditamos que podemos auxiliar nossos consumidores, contribuindo com informação para tratamentos e cuidados com a saúde. Para isso, usaremos a expertise da nossa ferramenta para selecionar e direcionar o conteúdo de forma personalizada para cada cadastrado”, fala Doll.

 Fortes na atuação junto a população, as marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo são conhecidas por promover campanhas sociais como doação de sangue, doação de agasalho e outras ativações importantes para o bem-estar de todos.  Em 2017, por exemplo, a companhia promoveu diversos encontros virtuais nas redes sociais das marcas, com especialistas das áreas de pediatria, cardiologia e endocrinologia. “Nesses encontros, tivemos a oportunidade de falar mais sobre saúde e tirar dúvidas dos clientes”, complementa o presidente do Grupo DPSP.

Seguindo essa mesma preocupação em cuidar e informar, o conteúdo do médico Drauzio Varella também deve abastecer e auxiliar no atendimento de loja, o que contribui com o melhor desempenho dos farmacêuticos na rotina do dia a dia.

“A farmácia, muitas vezes, é primeiro lugar onde a pessoa busca uma informação ou um atendimento no caso de uma enfermidade de menor gravidade. Entendemos o nosso papel e queremos evidenciar a nossa preocupação com o tema. E por meio desta atitude, garantir que as pessoas tenham cada vez mais um atendimento direcionado e esclarecedor e que possam cuidar da sua saúde”, explica Doll.

 

 

TAKEDA RECEBE TÍTULO GLOBAL POR MELHORES ESTRATÉGIAS PARA FUNCIONÁRIOS

A Takeda Farmacêutica acaba de se tornar parte de um grupo seleto de apenas treze empresas e uma das duas companhias do segmento farmacêutico a receber o status global Top Employers® em 2018. Estabelecida há mais de 25 anos, esta certificação é concedida anualmente pelo Instituto Top Employers às empresas que contam com estratégias de Recursos Humanos diferenciadas para seus empregados. O reconhecimento é organizado e projetado pelo instituto para identificar as companhias que criam condições ideais para que seus funcionários se desenvolvam profissionalmente e pessoalmente e que atinjam os mais altos padrões de excelência para suas pessoas.

Para ser reconhecida globalmente, pelo menos 20 países, quatro regiões e a sede global da empresa candidata precisam ser certificados pelo Instituto Top Employers, e é este o resultado que a Takeda alcançou neste ano. Além disso, a companhia na América Latina (Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, México, Peru e Venezuela) foi certificada por suas estratégias locais, que vão desde extensão da licença maternidade ao short Friday, passando pelos programas de desenvolvimento de carreira.

“Receber a certificação globalmente e, em especial na região de toda a América Latina, é uma grande honra e mostra que nossa estratégia voltada ao desenvolvimento de pessoas está alinhada com a nossa missão e prioridades ao redor do mundo. O reconhecimento do Instituto Top Employers reforça o engajamento do nosso time para com as necessidades de nossos pacientes, combinado com os nossos valores, que permitem criar um ambiente com um bom clima interno, comprometido com a diversidade e que inspire as pessoas a brilharem”, afirma a presidente da Takeda no Brasil e Área Head LATAM, Renata Campos.

O Instituto Top Employers avalia as práticas de RH oferecidas pela companhia para seus colaboradores, divididas entre as seguintes áreas:

 

  • Estratégia de talentos
  • Desenvolvimento de liderança
  • Workforce Planning
  • Gerenciamento de carreira e sucessão
  • On-boarding
  • Compensação e Benefícios
  • Desenvolvimento e aprendizado
  • Cultura
  • Gerenciamento de perfomance
 

 

O Brasil foi certificado pelo sexto ano consecutivo pelo Instituto, como uma empresa com as melhores estratégias de RH para seus colaboradores. No último ano a companhia tem aplicado novas experiências locais, como por exemplo, o programa de mentoring que foi ampliado para os analistas júnior e pleno da companhia. Além disso, os executivos da liderança passaram a dar suporte aos mentores durante o processo de aconselhamento de carreira. Outro programa que vem sendo implementado com sucesso é o job rotation, em que o colaborador tem a oportunidade de desenvolver sua carreira em outras áreas locais da companhia ou até mesmo em experiências internacionais.

Para a diretora de RH, Administração e Comunicação da Takeda Brasil e LATAM, Veronika Falconer, “a certificação global pelo Instituto Top Employers mostra o comprometimento da Takeda em oferecer um ambiente de trabalho saudável e propositivo a seus colaboradores ao redor do mundo, visando a alta performance das equipes aliada ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Nossos altos índices de engajamento refletem nosso cuidado com nossos colaboradores para que estejam sempre motivados a buscar o melhor para nossos pacientes”.

 

 

COMO FUNCIONA A PROFISSÃO FARMACÊUTICA NA TERRA SANTA

Israel está localizado no Oriente Médio e tem território relativamente pequeno, com área de 20.770 km2. O país é definido como um estado judeu e com uma democracia representativa com sistema parlamentar. Tem uma população de pouco mais de 8 milhões de habitantes, com PIB per capita de US$ 33 mil. O centro financeiro de Israel é Tel Aviv, enquanto Jerusalém é capital e também a cidade mais populosa do país.

Segundo o Israel Trade & Investment, o setor de saúde israelense é extremamente qualificado em todos os seus segmentos. O país é o primeiro em número de patentes per capita de produtos para a saúde no mundo e possui mais de 1.400 empresas no setor de saúde. O governo israelense gasta cerca de 7,5% do PIB anualmente com saúde.

Devido ao grande potencial do capital humano de Israel e aos incentivos à pesquisa e desenvolvimento, as maiores empresas do mundo de produtos para a saúde possuem centros de P&D em Israel: Boston Scientific, GE, Johnson & Johnson, Philips, Siemens Medical, entre outras.

A área de saúde corresponde a mais de 50% das pesquisas realizadas em universidades israelenses, e um em cada três cientistas israelenses é especialista em saúde. Na última década, a Autoridade Nacional de Inovação de Israel investiu mais de US$ 100 milhões anuais no setor.

O segmento de Biotecnologia e Farmacêutica é o segundo maior em Israel. Tratamento de neuropatologias, inovações em medicina regenerativa e genética são apenas alguns exemplos de áreas que o país domina com maestria.

Para disponibilizar mais informações para a composição desta matéria sobre o mercado farmacêutico, foi entrevistado o diretor da Sociedade de Química, Farmacêutica e Meio Ambiente de Israel, Nir Kantor, que fica em Tel Aviv. O contato foi possibilitado pela diretora de Desenvolvimento de Negócios do Ministério da Economia, da Embaixada de Israel no Brasil, Tamires Poleti. Acompanhe:

1 – Regulamentação do setor farmacêutico

O comércio farmacêutico tem seus princípios gerais decretados na Portaria dos Farmacêuticos de 1981 (The Pharmacists Ordinance) e as regras práticas são detalhadas nos regulamentos correspondentes, como o Regulamento de Farmacêuticos, de 1986, e as diretrizes emitidas pelo Ministério da Saúde (Ministry of Health – MOH).

Com relação ao comércio de produtos farmacêuticos, o regulamento dos farmacêuticos distingue entre comércio por atacado e varejo. O comércio atacadista só cuida da distribuição aos centros de saúde e ao varejo. Por sua vez, somente as farmácias podem dispensar medicamentos diretamente ao consumidor, e só por meio do farmacêutico.

No que tange à regulamentação dos preços dos medicamentos, há uma atuação conjunta entre os Ministérios da Saúde e das Finanças.  

2 – Perfil das farmácias

O perfil das farmácias em Israel é uma combinação de estabelecimentos de saúde, drugstores e, em certos pontos de vendas não farmacêuticos, há a venda de medicamentos constantes de uma lista geral de vendas (GSL).

A legislação israelense distingue entre a distribuição de medicamentos prescritos e os isentos de prescrição (MIPs), e ambos só podem ser dispensados por um farmacêutico. A venda de itens da lista GSL não precisa ser, necessariamente, realizada em farmácia ou mesmo por um farmacêutico, já que acontece fora da farmácia. A classificação dos medicamentos é determinada pelo Ministério da Saúde.

3 – Prescrição de medicamentos

A prática de farmácia clínica e da prescrição farmacêutica aplica-se apenas ao farmacêutico responsável de cada farmácia, desde que satisfaça as condições estabelecidas no Regulamento dos Farmacêuticos (que se refere principalmente à experiência do farmacêutico e existência de licença profissional concedida pelo Ministério da Saúde). A principal prática da farmácia clínica acontece nos serviços de saúde. Nas farmácias, um farmacêutico com um diploma de clínico pode emitir uma prescrição, atendendo aos requisitos específicos previstos na lei.

4 – Propriedade da farmácia

A Portaria dos Farmacêuticos diferencia a propriedade de uma farmácia e a gestão dela. A lei estabelece que o proprietário da farmácia é obrigado a delegar o gerenciamento profissional do estabelecimento a um farmacêutico responsável (um farmacêutico titular de licença e com pelo menos dois anos de experiência como farmacêutico aprovado pelo Ministério da Saúde). O proprietário da farmácia é obrigado a operar de acordo com o farmacêutico responsável em assuntos profissionais e a abastecê-lo com os recursos necessários para que cumpra os regulamentos do Ministério da Saúde, conforme exigido por lei.

5 – Presença do farmacêutico

Um farmacêutico deve estar presente na farmácia durante todo o período de sua operação. De acordo com a lei israelense, todos os medicamentos prescritos e os MIPs só podem ser dispensados aos pacientes por um farmacêutico.

6 – Remuneração do farmacêutico

A moeda em Israel se chama Shekel. Em média, o farmacêutico em Israel ganha entre R$ 9 mil e R$ 16 mil, dependendo do tempo de experiência, se é responsável técnico ou não e se atua no varejo ou na indústria.

Matéria publicada no Portal do ICTQ

FDA APROVA MEDICAMENTO PARA PREVENÇÃO DE INFARTO E AVC

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de fármacos nos Estados Unidos, aprovou a prescrição da droga evolucumabe para prevenção de infarto, AVC isquêmico e revascularização miocárdica em adultos com doença cardiovascular comprovada.  Ela age no fígado, inibindo a proteína PCSK9, o que faz com que o colesterol ruim seja eliminado. O medicamento foi desenvolvido pela Amgen, biofarmacêutica focada em doenças de difícil tratamento.

A aprovação teve como base cientifica o resultado do estudo de desfechos cardiovasculares FOURIER, com a participação de mais de 27.500 pacientes ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Publicado em março deste ano, o estudo comprovou que o uso da droga reduziu o risco de infarto em 27%, AVC em 21% e o risco de revascularização miocárdica em 22%.

“Este é um marco importante que traz uma nova opção para pacientes que, apesar do tratamento com a terapia padrão, com estatina, ainda apresentam alto risco de eventos cardiovasculares. Com a avaliação positiva do FDA, a tendência é que outros órgãos reguladores do mundo também reconheçam os benefícios do tratamento com o medicamento e incluam essas indicações em bula”, diz o Diretor Médico da Amgen Brasil, Daniel Martinez.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo, totalizando 30% de todos os óbitos (17,3 milhões). No Brasil, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) estima que essas doenças sejam responsáveis pela morte de 350 mil pessoas todo ano, uma a cada 40 segundos. O número é duas vezes maior que todos os tipos de câncer, 2,3 vezes maior que causas externas, como acidentes e violência, e 6,5 vezes mais que infecções, incluindo AIDS. Dados da SBC mostram que o infarto e o AVC estão entre as doenças cardiovasculares que mais matam, cada uma delas é responsável por 8% de todas as mortes nos últimos 10 anos.

A chegada de evolocumabe muda o tratamento para altas taxas de colesterol ruim (LDL-c), principalmente para pacientes com dificuldade de atingir as metas preconizadas pelos especialistas como a prática de exercícios, hábitos saudáveis e fazendo o uso da terapia padrão, as estatinas.

Sobre o FOURIER

O estudo de desfechos cardiovasculares FOURIER, apresentado em março de 2017, avaliou 27.564 pacientes, 693 deles brasileiros, com doenças cardiovasculares clinicamente evidentes. Com uso do evolucumabe  (nome comercial Repatha), a pesquisa estabeleceu pela primeira vez uma redução intensa dos níveis de LDL-C além daquela que é possível com uso isolado da melhor terapia atual, as estatinas. A redução adicional de eventos cardiovasculares foi de 20%. Em outras palavras, 1 evento cardiovascular relevante a cada 5 foi evitado. Quando se considera infarto do miocárdio, AVC isquêmico ou revascularização coronariana, o estudo apontou redução de 27%, 21% e 22%, respectivamente. O FOURIER demonstrou ainda uma redução de LDL-C para níveis abaixo de 25 mg/dl em 42% dos pacientes, com resultados ainda mais significativos do que os índices atuais recomendados pelos especialistas com a mesma segurança para os pacientes. Os objetivos primários avaliados no estudo foram redução de morte cardiovascular, infarto do miocárdio, AVC isquêmico, internação por angina instável ou revascularização coronariana. Os objetivos secundários incluíram morte cardiovascular, infarto do miocárdio ou AVC isquêmico.

Sobre o evolocumabe

O evolocumabe é um anticorpo monoclonal totalmente humano que inibe a pró-proteína convertase subtilisina/kexina tipo 9 (PCSK9). Ele se liga à PCSK9 e inibe a ligação da PCSK9 circulante ao receptor da lipoproteína de baixa densidade (LDLR), prevenindo a degradação do LDLR mediado por PCSK9 e permitindo que o LDLR se recicle de volta para superfície da célula hepática. Ao inibir a ligação de PCSK9 ao LDLR, o medicamento aumenta o número de LDLRs disponível para captar o LDL do sangue, reduzindo assim os níveis de LDL-C.

O evolucumabe  (Repatha) está aprovado em mais de 40 países, incluindo o Brasil, Estados Unidos, Japão, Canadá e em todos os 28 países membros da União Europeia. Solicitações em outros países estão pendentes.

FEIRA DA ABRADILAN EM 2018 DEVE MOVIMENTAR R$ 220 MILHÕES EM NEGÓCIOS

  • Expectativa da entidade é receber cerca de 8 mil pessoas, entre profissionais da área da saúde, varejo e indústria farmacêutica
  • Feira ocorre após vendas dos associados da entidade atingirem a marca de R$ 5,3 bilhões em 2017, um aumento de 9% em relação a 2016

Considerado o maior evento do setor farmacêutico, a 14ª Abradilan Conexão Farma ocorre entre os dias 20 e 22 de março, em São Paulo. Organizada pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), entidade que reúne 145 empresas distribuidoras de medicamentos e produtos de higiene pessoal e cosméticos, a feira espera movimentar cerca de R$ 220 milhões em novos negócios, um aumento de 10% em comparação com 2017, quando gerou R$ 200 milhões.

Segundo o presidente da Abradilan, Juliano Vinhal, essa expectativa positiva, mesmo ainda com os reflexos da crise, ocorre devido ao bom desempenho da indústria farmacêutica no país. Desempenho que também reflete em números positivos aos associados da entidade. “Em 2017, as vendas dos associados da Abradilan chegaram a 1 bilhão de unidades comercializadas em todo o país, um aumento de 5,2% na comparação com o mesmo período de 2016, que teve a marca de 960 milhões de unidades. Já em valores, nossas vendas atingiram R$ 5,3 bilhões, um aumento de 9% em relação a 2016, quando chegamos a R$ 4,8 bilhões”, ressalta o presidente.

A expectativa da diretoria da Abradilan é receber nos três dias do evento cerca de 8 mil pessoas, entre profissionais da área da saúde, varejo, distribuidores de medicamentos, executivos da indústria farmacêutica, higiene, beleza, nutrição e serviços. No local eles poderão contar com mais de 20 horas de conteúdo técnico, com temas e palestrantes de interesse do setor, sem contar, com as infinitas possibilidades de networking.

MAIS EXPOSITORES

Segundo Vinhal, a Abradilan Conexão Farma é um evento que oferece oportunidade de realizar negócios, ampliar a rede de relacionamentos com profissionais e empresas de todo o país, além de ser referência sobre a dinâmica da produtiva da saúde. “Nossas expectativas são de estender a lista de expositores para todos os fornecedores de produtos comercializados nas farmácias e a cada ano melhorar a oferta de conteúdos relevantes sobre o mercado dos nossos participantes”, informa. Em 2018, cerca de cem expositores participam da feira.

A Abradilan Conexão Farma contará com várias palestras de diferentes áreas, como Max Gehringer (Carreira, emprego e empreendedorismo) e Carlos Wizard Martins (Desperte o milionário que há em você), que trarão temas relacionados a empreendedorismo, carreira, tecnologia, consumo e economia. Além disso, parcerias com a Fundação Dom Cabral e Editora Contento vão proporcionar ao público miniaulas com temas relacionados à administração de pequenas e médias empresas do varejo e distribuição. Através de um aplicativo, especialmente desenvolvido para o evento, o visitante terá acesso à agenda, mapa de estandes, informações sobre palestrantes, fotos, vídeos e novidades.

Serviço
Evento:
14ª Edição Abradilan Conexão Farma
Data: 20 a 22 de março 2018
Horário: 14h às 21h
Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda

INTERNET DAS COISAS REVOLUCIONA ÁREA DE SAÚDE

A Internet das Coisas já começou a revolucionar o mundo e revolucionará ainda mais nos próximos anos. É uma simples tradução do inglês, Internet of Things (IoT). A grosso modo, pode-se dizer que é a conectividade de todos os objetos que serve para que eles possam ficar mais eficientes ou receber atributos complementares, coletando e transmitindo dados pela rede. E não é diferente na área de saúde.

As aplicações para saúde de redes IoT seguras podem oferecer cuidado ao paciente em várias frentes, incluindo tratamento para casos agudos (em hospitais), tratamento em longo prazo (“home care”) e o tratamento baseado em comunidades (como o programa “Médico de Família”).

Embora exista uma tendência de utilização da tecnologia IoT na área de saúde no monitoramento de pacientes, essa tecnologia pode ser bem mais ampla do que isso. Uma visão mais global de IoT na área de saúde pode contemplar as seguintes áreas:

• Monitoração de Pacientes e Diagnósticos;
• Transferência de Dados, armazenamento e colaboração;
• Dispositivos e ferramentas de saúde inteligentes (cadeira de rodas inteligentes, etiquetas usando RFID, sensores);
• Unidades de emergência conectadas, veículos de resposta e hospitais.

Segundo o diretor for System Engineers LATAM da Ruckus, Marcelo Molinari, uma das possibilidades é o uso de ferramentas que agilizam procedimentos, como o Google Glass. Em um teste realizado na Universidade da Califórnia de São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, um cirurgião utilizou esses óculos. Apesar de o teste não ter sido perfeito, pois os comandos de voz não responderam muito bem, o médico conseguiu acessar imagens de raio-x durante a cirurgia, economizando tempo. Dispositivos como esse são atualizados a cada dia.

Entre outros dispositivos que já existem estão camisetas com sensores para monitoramento da frequência cardíaca e temperatura, sensores inseríveis para verificar como medicamentos agem no organismo e até chips embutidos na pele para monitorar os níveis de açúcar.

“Com os pacientes conectados a sensores para medir sinais vitais e outras informações biométricas, os problemas podem ser rapidamente diagnosticados, um serviço de saúde de melhor qualidade pode ser prestado, e os recursos utilizados mais eficientemente”, explica Molinari.

Para um paciente com a Doença de Alzheimer (DA), por exemplo, a tecnologia IoT poderia empregar geolocalização para evitar comportamentos indesejáveis na mobilidade do paciente. Frequentemente, os pacientes com DA sofrem com outras doenças, tais como hipertensão, degeneração muscular ou diabetes. Portanto, a utilização de dispositivos interconectados poderia capturar dados para monitorar os sinais e sintomas únicos dessas condições.

O mercado de IoT para a área de Saúde

As vendas de IoT na área de saúde podem chegar a US$ 410 bilhões em 2022, de acordo com um estudo recente da Mercom Capital Group LLC. As companhias de Tecnologia de Informação (TI) na área de saúde receberam no primeiro trimestre de 2016 um investimento de US$ 1,6 bilhão, o que representa um aumento de 27% em relação ao último semestre de 2015.

Segundo a consultoria Gartner, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 30% no uso de aparelhos inteligentes no mundo, alcançando 4,9 milhões de dispositivos conectados no período e esse número deve chegar a 25 bilhões em 2020. No Brasil, o uso de muitas dessas tecnologias ainda não está consolidado, mas é um caminho sem volta. A quantidade de dados obtidos com esses dispositivos auxilia na tomada de decisões, que são mais precisas e menos arriscadas, como a prescrição de um remédio para alguém que tenha alergia: os dados enviarão um alerta ao médico, oferecendo outras opções e tornando as consultas mais eficientes.

Proteção de dados

Além disso, soluções de cybersegurança ajudam a proteger dados e evitar que pessoas não autorizadas tenham acesso a sistemas e informações. Os equipamentos de impressão, por exemplo, estão sujeitos a riscos como todos os demais equipamentos, incluindo equipamentos móveis, celulares, tablets, dispositivos de monitoramento, wearables, etc. A maioria das organizações de cuidados de saúde não conhece o inventário completo dos equipamentos que estão conectados à rede ou que os equipamentos de impressão representam riscos igualmente perigosos.

As impressoras e os equipamentos de impressão evoluíram ao longo do tempo e não são mais apenas um dispositivo inócuo no final da rede. Esses equipamentos aumentaram seu poder de computação na medida em que muitos deles têm a mesma ou mais capacidade do que o desktop ou laptop que está imprimindo para eles. Eles são usados todos os dias para enviar, armazenar e receber informações de saúde protegidas e outros dados confidenciais.

De acordo com Molinari, a rede deve ser centralizada e o hospital precisa entender quais são seus riscos e vulnerabilidades. Isso pode ser feito avaliando os riscos e os processos. Realizar uma avaliação abrangente dos riscos dos dispositivos deve fornecer uma compreensão das vulnerabilidades no ambiente de rede.

Um excelente ponto de partida para o avanço da tecnologia IoT e para que as cidades se tornem mais inteligentes é implantar redes wi-fi públicas, que são uma ótima maneira de criar uma comunidade mais vibrante e também conectar cidadãos, empresas, visitantes e serviços de saúde.

Uma vez que a infraestrutura da rede wi-fi está em operação, ela pode ser usada para habilitar outros aplicativos da cidade inteligente, como segurança pública/vídeo IP, controles de trânsito e estacionamento, qualidade do ar e aplicações da área de saúde.

 

DRAUZIO VARELLA E PRATI-DONADUZZI, JUNTOS CONTRA A AUTOMEDICAÇÃO

 

O quinto fascículo da série “Tudo sobre medicamentos” está no ar. Produzido pela Prati-Donaduzzi, a maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil*, em parceria com o Dr. Drauzio Varella, o projeto valoriza os medicamentos genéricos apresentando suas vantagens e peculiaridades. O conteúdo está disponível para download gratuito.

Nesta edição, Drauzio Varella alerta sobre os perigos da automedicação excessiva e suas consequências. Além de distúrbios hormonais, a pessoa que abusa dos medicamentos pode ter espinhas, ganho de peso e até desenvolver problemas mais graves como dependência química e intoxicação medicamentosa. O volume esclarece que não é necessário prescrição médica para todas as vezes que sentir azia ou dor de cabeça, mas caso os sintomas persistam é recomendável procurar ajuda profissional.

Outro tema levantado nesta edição é o armazenamento e descarte correto de medicamentos, mas antes de tudo, chama a atenção para a data de validade que vem na caixa do produto. Também é comum encontrar, nos lares brasileiros, algum cantinho para armazenar medicamentos, a fim de ter um auxílio em momentos de dificuldade. Saiba que o local precisa seguir uma série de orientações para a conservação dos compostos. O procedimento para descarte também é algo que requer atenção. Todos esses detalhes são abordados pelo especialista no quinto fascículo.

É possível baixar gratuitamente o número cinco da série e acompanhar as próximas edições:
https://drauziovarella.com.br/genericos/tudo-sobre-medicamentos-volume-5-uso-consciente-de-medicamentos/. Os volumes 1, 2, 3 e 4 de “Tudo sobre medicamentos” estão no ar e podem ser encontrados no site do médico.

*Fonte: IMS Health MAT Dezembro/2017 PMB+NRC Doses Terapêuticas

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos e similares, é a primeira no país a comercializar os medicamentos fracionáveis. Produz, em média, 12 bilhões de doses terapêuticas por ano.

FEBRE AMARELA: UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA?

O Estado de São Paulo é composto de 645 municípios – 11,58% dos municípios brasileiros.  22% da população do Brasil vivem aqui, representando 32% de toda a produção do País. Estamos em estado de alerta sobre o risco do vírus da febre amarela ser transmitido pelo “odioso do Egito” (Aedes aegypti), mosquito que transmite cerca de 40 doenças tropicais, dentre elas dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Só no Estado de São Paulo são 80 casos autóctones, 35 evoluíram para o óbito, com letalidade de 43,7%. Em um dos casos, a morte ocorreu fora do Estado, e tivemos outros 30 casos que ficaram doentes em São Paulo, mas vieram doentes de outros estados.

Atualmente, observamos não apenas um problema de saúde pública tratado de forma bastante equivocada, mas de uma série de problemas de ordem sanitária que não levaram soluções históricas, desconsiderando que o nosso problema está no desequilíbrio ecológico e na ausência de soluções efetivas contra o mosquito.

Temos um risco real de, mesmo após longas décadas sem o risco do Aedes aegypti transmitir o vírus, o problema voltar a ocorrer se uma solução integrada não acontecer com energia necessária.

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Esses vetores é que precisam ser combatidos. Diferentemente do que observamos, há apenas o foco em vacinologia e um abandono do combate ao Aedes aegypti de forma institucional, deixando de lado vitórias históricas como a liderada por Oswaldo Cruz que, há mais de cem anos, associou o sanitarismo com a vacinologia.

Reconhecemos que o problema é originado por um desequilíbrio ecológico, e pode ser elevado também pelos mesmos motivos, como o abandono recorrente na poluição dos rios e reservatórios da Grande São Paulo, que tornam o processo de desequilíbrio ligante próximo e grave. Isso faz com que percamos barreiras biológicas que viessem a proteger pessoas que vivem e trabalham numa das áreas mais densamente populosas do País.

É imprescindível salientar que os macacos são vítimas da situação, e não oferecem riscos às pessoas, ao contrário, são nosso alerta sobre o risco que corremos se algo não for feito de forma enérgica.

ATITUDES FUNDAMENTAIS

Uma atenção focada na população destaca uma série de atitudes que devem ser tomadas de imediato, fortalecendo assim um combate franco e direto contra essa doença, que só demonstra a nossa fragilidade frente à força da natureza. Assim, propomos as seguintes ações:

  1. Combate direto ao Aedes aegypti com campanhas em todos os veículos de comunicação, por meio de sua função social (sem custos ao governo);
  2. Criação de áreas de bloqueio associadas à circulação de pessoas, como terminais rodoviários, terminais metropolitanos, portos e aeroportos;
  3. Incentivo aos municípios a buscarem soluções sustentáveis contra o mosquito, como a plantação de espécimes que impactam na redução do Aedes aegypti, como a crotalaria, andiroba, dentre outras que não afetem outros insetos, diferente da neem por exemplo;
  4. Incentivo à pesquisa clínica para o uso de vacina fracionada e otimização do processo de obtenção de vacinas;
  5. Divulgação de protocolo claro para agilizar o diagnóstico e iniciar os cuidados terapêuticos;
  6. Conscientização da população e priorização da coleta seletiva de resíduos sólidos, coleta e tratamento dos esgotos e das águas pluviais para evitar que o mosquito se reproduza!

Geralmente, quem contrai esSe vírus não chega a apresentar sintomas, ou eles são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.

A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Pessoa que já foi imunizada por vacina integral contra a febre amarela adquiriu imunização permanente, ou seja, se você já tomou vacina contra a febre amarela, não precisará tomar novamente, ao tomar a versão fracionada da vacina, você deverá tomar uma nova vacina em 10 anos, para imunização permanente. Importante salientar que a vacina fracionada, por força regulatória, só tem validade documental em território brasileiro.

95% DAS MULHERES USAM INTERNET PARA PESQUISA SOBRE SAÚDE E BEM-ESTAR

 

A preocupação com a saúde está cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, especialmente, das mulheres. De acordo com a pesquisa Saúde no Brasil 2017 realizada pelo Grupo Minha Vida, 95% do público feminino utilizam a internet para buscar informações sobre saúde e bem-estar.

Entre as ferramentas digitais advindas desta tecnologia, os aplicativos também ganham papel importante na prevenção de situações incômodas que, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência, encomendada por uma marca de analgésico, o estilo de vida é o maior gatilho do problema.

Uma das opções de serviços tecnológicos que possui o compromisso de conscientização é o NeosApp. O aplicativo é uma ferramenta inteligente que mapeia a rotina dos usuários por meio da coleta de dados do aparelho mobile, tais como geolocalização, ruído e temperatura. O monitoramento e cruzamento das informações recomendam conteúdo em formatos de dicas e sugestões para as indisposições causadas pela dor de cabeça, colaborando, assim, para a prevenção.

De acordo com a psicóloga Juliane Peres Mercante, especialista em cefaleias e doutora pelo departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, “a utilização dos aplicativos e portais direcionados se tornou relevante, acessível e comum. Ao conhecer de forma mais aprofundada todos os tipos e formatos de serviço, a população descobre novas maneiras de cuidar da saúde, identificando sintomas e avaliando melhor o dia-a-dia. Trazem também informações qualificadas aos especialistas no momento do diagnóstico ou acompanhamento de rotina habitual”.

Nos casos de dor de cabeça, os impactos podem ser ainda maiores, impedindo as pessoas de exercerem algumas atividades. Ainda segundo o levantamento do IBOPE Inteligência, 95% dos entrevistados tiveram dor de cabeça no mês anterior de análise da pesquisa e isso dificultou ou impediu a realização de tarefas como trabalhar (70%), estudar (65%), dormir (50%), realizar atividades físicas (50%), sair com os amigos (49%) e namorar (39%).

Juliane salienta que os números dessa pesquisa demonstram os impactos da dor de cabeça na vida das pessoas e diz que é preciso encontrar maneiras para prevenir a dor: “Atividades relaxantes e que mantêm o bom condicionamento físico e mental são essenciais para alcançar o equilíbrio e evitar a sobrecarga no dia a dia, consequentemente, uma dor de cabeça”.

Ela ainda reforça que “dedicar um tempo para cuidar somente de si e investir no autoconhecimento são maneiras assertivas contra possíveis desconfortos, como a dor de cabeça porque, com isso, as pessoas passam a detectar os momentos que desencadeiam a dor e, consequentemente, procuram evitá-los”.

Principais achados da pesquisa Grupo Minha Vida:

  • 95,4% das respondentes utilizam a internet para se informar sobre saúde e bem-estar.
  • 60,1% das entrevistadas não lidam muito bem com o estresse, e suas maiores preocupações costumam ser problemas com a família, com o dinheiro e com a saúde.

Principais achados da pesquisa IBOPE:

  • 97% afirmam ter tido dor de cabeça no mês anterior ao da pesquisa e a percepção que a dor dificultou ou impediu a realização das atividades rotineiras, impactando na qualidade de vida, esteve presente em 95% dos casos, como trabalhar (70%), estudar (65%), dormir (50%), realizar atividades físicas (50%), sair com os amigos (49%) e namorar (39%).

 

Sobre as pesquisas:

  • Em sua quinta edição, a pesquisa Life Insights: Health Report 2017, do Grupo Minha Vida, obteve 4.715 respostas, com participações de respondentes de todos os Estados, classes sociais, faixas etárias e sexos. Realizadas com a base de leitores do portal, a pesquisa apresenta um panorama sobre as percepções e hábitos dos consumidores no mercado de saúde e apontam que a internet é o principal meio de informação sobre o assunto, tendo os sites especializados um grande papel na formação da opinião.
  • A pesquisa do IBOPE Inteligência foi encomendada pela marca Neosaldina para avaliar o panorama da dor de cabeça no Brasil, da farmacêutica Takeda. A mostra foi feita entre 15 e 25 de agosto de 2016 com mais de mil brasileiros entre 18 e 55 anos, que tiveram dor de cabeça entre maio e julho de 2016. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.

 

A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas instaladas em território nacional – Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com quase 2.000 colaboradores.  A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab – com portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova classe média.

Já o Grupo Minha Vida, com 11 anos de atuação, é o maior portal de saúde e bem-estar brasileiro. Parte do grupo francês Webedia, impacta mensalmente mais de 19 milhões de pessoas em seu portal, além de 37 milhões nas redes sociais.

 

Referências Bibliográficas

Life Insights Health Report. [Internet]. 2017. Brazilian Health Report 2017. [Cited 2018 jan]. Available from: https://edelmanftp.box.com/s/x1cci3r46jkv9cjmaqy0xuada0unj6f5.
IBOPE Inteligência. Dor de cabeça. São Paulo: IBOPE Inteligência; 2016. Foram realizadas 1.002 entrevistas com a população internauta de 18 a 55 que tiveram dor de cabeça nos últimos 3 meses em todas as regiões do Brasil, entre os dias 15 a 25 de agosto de 2016. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

 

VENDA DE MEDICAMENTOS EM SUPERMERCADOS?

Com a justificativa de facilitar o acesso da população a medicamentos que dispensam receita médica, o deputado Ronaldo Martins (PRB-CE) apresentou o Projeto de Lei 9482/2018, que permite a venda desses itens em supermercados. Martins explica que em muitas localidades do interior do País a presença de farmácias é restrita, o que impede o acesso a tais produtos. 

 

No entanto, nesses estabelecimentos não há a possibilidade do atendimento farmacêutico. Isso se configura automedicação, aumentando grandemente os riscos da população de intoxicação medicamentosa – o que é um sério problema de saúde pública no Brasil.

Na visão do deputado, os supermercados e similares têm uma maior presença em todos os municípios brasileiros. “Por menor que sejam suas populações, todo lugar tem um ‘mercado’, diferentemente das farmácias, que se localizam em locais comercialmente mais viáveis, como os grandes centros urbanos”, argumentou.

O parlamentar lembra, ainda, que esses medicamentos, por serem populares, têm efeitos já conhecidos pelos consumidores. “Geralmente, esses são produtos destinados ao tratamento de sintomas mais simples e condições de baixa gravidade, como dores de cabeça, acidez estomacal, febre, tosse, dor e inflamação da garganta, entre outros”, disse ele.


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