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SÍNDROME DO PÂNICO: NÃO CONFUNDA COM UMA DOENÇA FÍSICA

 

 

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Cerca de 90% das pessoas que sofrem do transtorno de pânico acreditam que têm uma doença física. E a partir dessa ideia, começa o que pode ser chamado de ‘shopping de especialista’: uma busca interminável de opiniões de especialistas atrás de especialistas, procurando uma doença que, na verdade, não existe. O alerta é do médico psiquiatra Cyro Masci, autor do e-book gratuito “Síndrome do Pânico: Psiquiatria com Abordagem Integrativa.

Ele adverte ainda que muitos pacientes atrasam o início do tratamento em busca de alguma doença que justifique os sintomas, é comum ficar procurando na internet explicações para pequenos sinais e sintomas. “A internet é fantástica para fornecer informações, mas são informações tão genéricas que qualquer pessoa pode se identificar com o que está lendo e achar que tem um problema que, na verdade, não existe”, avisa.

O primeiro passo, portanto, para quem sofre da de “pânico” é buscar um médico para esclarecer o diagnóstico. Todo médico é habilitado para tratar de todas as doenças e, assim, a princípio, qualquer médico que se sinta em condições de fazer o diagnóstico e instituir o tratamento pode atuar. Até mesmo o farmacêutico clínico pode perceber que a busca incessante de um paciente por medicamentos não é normal. Assim, ele mesmo pode encaminhar para o serviço de saúde correto.

O ideal é que o tratamento seja realizado por um médico psiquiatra, que é o especialista em transtornos emocionais. “O psiquiatra pode descartar as causas principais de desencadeamento ou de favorecimento da síndrome do pânico. Não apenas vai conduzir ou orientar a investigação de doenças que possam estar criando uma eventual crise de pânico, como também vai investigar de maneira positiva e ativa os sintomas do problema”, explica Cyro Masci.

Diagnóstico

A primeira parte do diagnóstico, segundo ele, é descartar algumas doenças que podem provocar crises de pânico eventuais. Existem doenças hormonais, problemas no metabolismo da glicose, como a hipoglicemia, no coração, no pulmão, além do uso de substâncias químicas, que podem desencadear ou favorecer o aparecimento da síndrome do pânico.

“Essas doenças não são de investigação complicada e, uma vez descartadas, é preciso parar com a busca incessante de explicações para doenças e começar um tratamento efetivo para a síndrome do pânico. É hora de compreender que existe um transtorno psiquiátrico que deve receber tratamento adequado“.

NA ÁFRICA DO SUL LIDERAM AS DRUGSTORES

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POR EGLE LEONARDI

 

Considerado uma economia de renda média alta pelo Banco Mundial, a África do Sul tem um mercado emergente. A economia sul-africana é a segunda maior do continente (atrás apenas da Nigéria). O país tem três capitais: Pretória, onde há a administração oficial (governo, tribunais, presidência e parlamento) e é a sede do Poder Executivo; Cidade do Cabo (sede do Poder Legislativo); e Bloemfontein (sede do Poder Judiciário). A moeda na África do Sul se chama Rand (R).

Multiétnico, o país possui as maiores comunidades de europeus, indianos e mestiços da África e tem 70% da população sul-africana composta por negros. Sua população é de quase 55 milhões, com PIB Per capita de US$ 12.721 (R$ 39,5 mil). No entanto, cerca de um quarto da população está desempregada e vive com menos de US$ 1,25 por dia.

O farmacêutico, Kenny Baker, é proprietário da Springbok Pharmacy, em Alberton. Sua farmácia ocupa uma área de 4 mil  metros quadrados em dois pisos de um dos maiores shoppings da região, e emprega mais de 150 pessoas.

Ele diz que Springbok é a maior farmácia independente do hemisfério sul e a principal farmácia de desconto da África do Sul. Ele emprega 10 farmacêuticos qualificados, 8 assistentes de farmacêuticos registrados, além de pessoal especializados em homeopatia e remédios naturais, nutricionistas, esteticistas, enfermeiros e pessoal de vendas e administrativo.

A estrutura de sua farmácia conta com diversos departamentos que funcionam quase como empresas separadas, ou seja, lojas dentro da loja: cosméticos, produtos de higiene pessoal e fragrâncias, remédios homeopáticos e naturais, suplementos desportivos, calçados especializados, equipamentos cirúrgicos e auxiliares para deficientes, serviços clínicos, medicamentos prescritos e de venda livre etc.

“Os negócios estão difíceis na África do Sul, principalmente devido à situação econômica ruim. Os consumidores têm cada vez menos renda disponível para o consumo”, comenta Baker. Por conta disso, ele explica que é quase impossível uma farmácia progredir apenas com a venda de medicamentos.

“Os preços de medicamentos listados são determinados pelas Assistências Médicas – todos os medicamentos programados têm um único preço de saída, e não é permitido desconto ou bônus. Podemos adicionar 26% chegando até a R26,00 (referente a R$ 6,34) como lucro por item, independentemente do custo do medicamento. Como não é possível lucrar mais de R26,00 por item, confiamos em volumes para permanecer no negócio”, explica o farmacêutico empresário.

Ele lamenta que as farmácias independentes estejam desaparecendo rapidamente na África do Sul, pois estão sendo compradas por grupos empresariais ou apenas fechando suas portas. Apenas os maiores independentes, como Springbok, ainda conseguem sobreviver, porque tem uma grande base de clientes que construiu nos seus 54 anos de existência. “Nós não temos dívidas. Oferecemos uma grande variedade de produtos não médicos e anunciamos agressivamente a cada mês. Esse é nosso segredo de sucesso”, revela Baker. É ele quem dá mais detalhes sobre a legislação farmacêutica em seu país. Acompanhe:

1 – Regulamentação do setor farmacêutico              

A regulamentação do segmento farmacêutico na África do Sul, que inclui a farmácia, os medicamentos e o farmacêutico, é feita pelo South African Pharmacy Council (SAPC), baseada na Lei 53 de 1974 daquele país.

Legalmente há suporte para venda de itens alheios à farmácia nos estabelecimentos, que podem trabalhar como drugstores. Nesse tipo de loja se vende de tudo! Há também o modelo de estabelecimento de saúde, como no Brasil, onde se vendem somente medicamentos e itens de higiene pessoal e cosméticos. No entanto, segundo o entrevistado, com as baixas margens em medicamentos praticadas no país, poucas farmácias podem ser sustentadas vendendo apenas remédios.

Para entender a disposição dos produtos dentro de uma farmácia na África do Sul, vale mencionar que os medicamentos estão divididos por categorias. Por exemplo, a categoria 0 compõe os medicamentos que podem permanecer disponíveis no autoatendimento. As categorias de 1 a 6 são compostas por medicamentos que não ficam diretamente acessíveis ao público, e são mantidos atrás do balcão. A categoria S3 e acima são vendidas apenas com uma prescrição médica.

2 – Prescrição de medicamentos

Não há a prática de prescrição por farmacêuticos.  Entretanto, há uma prestação de serviços muito consistente. Como exemplo, vale citar a farmácia Springbok, que mantém equipe de enfermagem para dar suporte aos farmacêuticos nos serviços de saúde básicos e que também está licenciada para a venda de medicamentos nível S4. Na clínica, são oferecidos os seguintes serviços:

– Triagem de sangue

– Medição da pressão arterial

– Planejamento familiar

– Vacinações

– Gerenciamento de peso

– Cuidados com feridas avançadas

– Cuidados com o Diabetes

– Saúde geral

– Saúde materno-infantil

– Aconselhamento para HIV

– Saúde da Mulher

– Colocação de brincos

– Laboratório de testes rápidos

3 – Propriedade da farmácia e presença do farmacêutico

Não há restrições com relação à propriedade de uma farmácia, no entanto, somente o pessoal registrado no SAPC (farmacêuticos e assistentes) pode lidar com medicamentos.

É obrigatória a presença de um farmacêutico responsável em serviço em todos os momentos em que a área da farmácia esteja funcionando. As compras de todos os medicamentos devem ser registradas juntamente com as informações do usuário.

4 – Remuneração do farmacêutico

A moeda na África do Sul se chama Rand (R). Os salários dos farmacêuticos variam de acordo com a experiência e seu papel dentro da farmácia (ou seja, se é de dispensação ou gerencial). Os salários médios variam entre R40.000 a R60.000 (de R$ 9.700,00 a R$ 14.500,00), mas há aqueles mais experientes e de nível gerencial que chegam a ganhar  R70.000 (R$ 17.000,00) por mês.

APLICATIVO PERMITE AO CONSUMIDOR RASTREAR MEDICAMENTOS

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Disponível para as plataformas Android e iOS, aplicativo traz, de forma prática, a garantia de origem do medicamento, bulas e informações do processo de fabricação

 

 

O laboratório Aché lançou em outubro o aplicativo Aché – Meus Medicamentos, uma forma simples, rápida e segura de consultar informações sobre os medicamentos e produtos da empresa. O aplicativo já está disponível para download gratuito na Play Store e Apple Store para as plataformas Android e iOS.

Com o produto em mãos, basta o consumidor escanear o código de barras ou o QRCode na embalagem para consultar local e setor de fabricação do produto e as etapas da produção, desde a pesagem dos ingredientes até a embalagem secundária e envio para distribuição, comprovando, assim, sua origem.

A plataforma traz também a bula digital e disponibiliza ainda conteúdos informativos que auxiliam no tratamento, como um vídeo sobre a intercambialidade de medicamentos, que explica, com base na legislação vigente, quais medicamentos podem ser trocados na hora da compra, sem colocar em risco o sucesso do tratamento.

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Lei da rastreabilidade

A iniciativa faz parte do programa de rastreabilidade do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), instituído pela lei nº 11.903 e que começa a valer para toda a cadeia farmacêutica a partir de 2021. Aprovada em janeiro de 2017, , a lei da rastreabilidade de medicamentos no Brasil é um tema de alta relevância tanto para a cadeia produtiva quanto para o consumidor, pois a serialização e a rastreabilidade possibilitarão ao consumidor a garantia de origem dos produtos e deve contribuir para inibir a venda de produtos roubados ou falsificados.

O mercado farmacêutico mundial movimenta mais de um trilhão de dólares por ano e o setor sofre com alto grau de falsificações. Segundo a World Health Organization (WHO) e Center for Medicine in the Public Interest, os medicamentos falsificados representam até 10% do total no mundo. “Por meio do aplicativo, os consumidores poderão consultar as informações do Aché e dos produtos. Assim, oferecemos informações adicionais relacionadas à saúde e ao bem-estar além de dar ao consumidor a garantia de origem do produto fortalecendo nossas marcas”, diz o presidente do Aché, Paulo Nigro.

Para atender à nova legislação, já foram investidos pela farmacêutica cerca de 23 milhões de reais em equipamentos para rastreabilidade e desenvolvimento dos sistemas de validação e banco de dados. Até o fim de 2021, o investimento total deve ultrapassar os 46 milhões de reais.

 

 

 

MULHERES COM MAMAS DENSAS TÊM ATÉ 5VEZES MAIS CHANCES DE CÂNCER

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Apesar das campanhas internacionais, o câncer de mama ainda está aumentando, isso por conta da maior expectativa de vida das pacientes, sedentarismo,  obesidade, consumo excessivo de álcool e  maternidade depois dos 40 anos

 

 

OUTUBRO ROSA – Histórico de câncer de mama na família é um fator de risco muito importante quando o assunto é prevenção. Mas quem tem mamas densas também se encaixa no grupo de risco e deve ser acompanhada de perto por seu médico ginecologista.

Apesar das campanhas , o câncer de mama  está aumentando, em parte por causa da maior expectativa de vida das pacientes, em parte por causa do sedentarismo, da obesidade, do consumo elevado de álcool e até mesmo porque a maternidade está sendo adiada para depois dos 40 anos. De acordo com a médica radiologista do CDB Premium, em São Paulo, Vivian Schivartche, acrescentar informações sobre a densidade mamária nos laudos das mamografias acaba resultando num melhor modelo de prevenção, já que mulheres com mamas densas têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de mama em relação àquelas com baixa densidade mamária.

Dificuldade na interpretação

A especialista em diagnóstico da mama afirma que um dos grandes desafios da mamografia é que mamas densas (principalmente nos níveis três e quatro) podem dificultar a interpretação: “Na imagem mamográfica é difícil diferenciar o que é tecido altamente denso de um tumor. Os avanços da mamografia nos últimos anos, quando passou de um simples exame em filme para um exame digital e, mais recentemente, para um exame em três dimensões (tomossíntese), caminham na direção de aumentar a detecção de tumores cada vez menores. Ao lado disso, a ultrassonografia e a ressonância magnética também ajudam a encontrar alterações no meio do tecido denso”.

Outro ponto que gera dúvidas de interpretação são as calcificações. Elas fazem parte de muitos processos da mama. Algumas são malignas, outras não. Por isso, muitas vezes é necessário realizar imagens adicionais na mamografia ou ainda uma biópsia para chegar a um diagnóstico definitivo.

Fase precoce

“A mamografia tomográfica costuma aumentar em até 30% a detecção do câncer de mama, já que permite enxergar o tumor numa fase muito precoce e em mamas densas e heterogêneas. Porém, em situações especiais, em pacientes de alto risco, ou quando persistirem dúvidas, esses outros exames devem ser realizados”, afirma a médica.

A especialista diz que, ao serem chamadas para repetir o exame, as mulheres não devem temer nem sofrer antecipadamente. “Entre 5% e 15% das pacientes costumam receber uma chamada para imagens adicionais. Não significa que têm câncer de mama, mas que por algum motivo as imagens não estão bem claras. Estudos apontam que pacientes entre 40 e 49 anos têm 30% de chance de ter um resultado falso-positivo num período de dez anos – ou seja, serem chamadas para fazer imagens adicionais sem ter câncer”.

Vivian Schivartche revela quatro boas dicas para quem vai fazer mamografia:

1. Observe a reação do seu corpo durante o ciclo menstrual e evite agendar a mamografia naqueles dias em que as mamas estão mais sensíveis e doloridas.
2. Se puder escolher, dê preferência às clínicas que investem em novas tecnologias, já que os novos mamógrafos tornam o exame mais rápido e menos incômodo às pacientes. Outro ponto importante é a clínica contar com um radiologista especializado em imagem da mama para orientar a realização do exame.
3. Durante o exame, procure seguir a orientação do profissional que está no comando, evitando movimentos que possam comprometer o resultado final. Tenha em mente de que se trata de um exame rápido, realizado somente uma vez ao ano, e que pode salvar a sua vida.
4. Se for chamada para uma repetição, não tenha medo e procure agendar o quanto antes. Na hora do exame, tente relaxar, permitindo a compressão necessária para a melhor imagem possível. Oito em cada dez nódulos encontrados não têm nada a ver com câncer.

 


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